Sonia Montenegro
Recebi de um amigo uma propaganda
de artistas globais contra a construção de Belo Monte, e coletei uns tantos
textos que defendem a construção da usina, que como
abaixo:
PS: Se não tiver saco para ler
tudo, faça pelo menos uma leitura dinâmica, para sentir que faz sentido á defesa
da construção da hidrelétrica.
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Sonia Montenegro - 6.9.2011
Dito isso, vamos ver outras
opiniões:
Mauro Santayana - Revista do Brasil No. 47 -
19.5.2010
Delfim Neto - Carta Capital - 13.4.2011
Reportagem do jornal Hora do Povo
– 29.7.2011
Eron Bezerra no Portal Vermelho –
20.4.2010
Alexandre Porto no Blog do Ale - 18 1. 2011
Miguel do Rosário - Blog Óleo do Diabo - 27.4.2010
Claudio Julio Tognolli - Brasil 247 -
14.11.2011
Um fantasma ronda o mundo: a farsa de que o superaquecimento global só ocorre por fatores endógenos, ou a emissão de poluentes na terra.
Por que você acha que o Príncipe
Charles, e outros milionários de países de primeiro mundo, são patrocinadores e
padroeiros do WWF?
Porque a nova ideologia faz uso de
ongueiros preservadores da natureza para drogar jovens com a febre
anti-desenvolvimentista.
Neil Young, que há duas semanas
saiu nas Páginas Amarelas de Veja, veio aqui no SWU com um único papel: ele é
agente do capetalismo internacional,
contra o desenvolvimento do parque industrial brasileiro.
Vale lembrar que há no Brasil 340
mil ONGs...
Quem são? Quem financia? Quais
seus interesses? O capital estrangeiro é de quais países? Em que áreas atuam?
Como e em quais localidades brasileiras, estrangeiras e em seus países de origem
atuam?
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Finalmente, dou os meus pitacos:
Confio muito mais na opinião dos
textos acima do que qualquer bandeira da Globo, e as razões já disse acima.
Quanto aos artistas globais, ou podem ser usados como inocentes úteis (na melhor
das hipóteses), ou estão defendendo seus interesses, puxando o saco do seu
patrão.
Tem um vídeo que rola na internet
de Orlando Villas Boas, sertanista falecido em dezembro de 2002, que dedicou sua
vida à causa dos índios e principal criador do Parque Nacional do Xingu.
Orlando faz nele uma grave
advertência aos brasileiros: disse que algo entre 10 ou 15 Ianomâmi, os mais
destacados da comunidade, estão na América, aprendendo inglês, aprendendo uma
porção de coisas e aprendendo a política.
E essa política vai resultar em
que? Eles vão voltar dentro de uns 2 ou 3 anos para as tribos ianomâmis, falando
inglês, com outra mentalidade. E o que eles vão fazer? Eles vão pedir o
território ianomâmi desmembrado do Brasil, e a ONU vai dar. E dá como tutora, no
começo dessa nova gleba à América do Norte. Isso é amor dos norte-americanos
pelos ianomâmis? Não! Não senhor!
Eu gostaria de saber com que
direito o magnata cineasta James Cameron se arvora no direito de se meter na
política de um país soberano, afirmando que vai impedir a construção da usina de
Belo Monte? Como ele se locomove pelo mundo? Com certeza, não é a pé ou de
bicicleta e muito menos em aviões comerciais. Ele não está preocupado com
planeta, quando se trata do seu próprio conforto.
Por que ele não faz uma campanha
no seu rico país, para reflorestar as 96% das florestas que devastaram? Os EUA
possuem 5% da população do mundo e consomem 30% dos recursos naturais do
planeta. Se todo o mundo consumisse como eles, seriam necessários de
3 a 5
planetas. E ele vem se meter onde não foi chamado?
E as guerras que a grande nação
norte-americana promove continuamente, desde a guerra da independência? Bomba
não polui? Destruir infra-estrutura construída com o dinheiro da população de
diversos países, como vem acontecendo, para depois auferir lucros na
reconstrução é o que? Isso poderia ser chamado de ecologicamente certo?
A “grande” nação norte-americana
jamais assumiu que invadiria um país para lhe roubar. Sempre tiveram um discurso
“politicamente certo”: “contra os comunistas que comem criancinhas”, nos tempos
da guerra-fria; que uma vez acabada, levou a outras justificativas, como: “vamos
levar a liberdade”.
Historicamente, apoiaram ditadores
sanguinários, desde que fossem “amigos”. Derrubaram um número enorme de governos
democraticamente eleitos, e os substituíram por ditaduras “amigas”. Não foi a
custa de justiça que se tornaram uma potência hegemônica.
Agora o discurso é ecologia, ou
você acha que essa onda ecológica nasceu espontaneamente? E a hipocrisia é
tamanha que exigem dos outros o que não fazem, porque não assinaram nem o
protocolo de Kioto. Foram eles que instituíram essa “sociedade de consumo”, e
pior, nada fizeram para mudar.
Então que vão catar coquinhos, e
eu estou disposta a ir para a rua para defender a construção de Belo Monte,
apesar da Globo e dos globais!
Sonia
Montenegro


