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segunda-feira, 9 de julho de 2012

Eliane Cantanhêde – Mentirosa e Fofoqueira


Comentário da redecastorphoto: 
Essa jornalista mequetrefe deve ter feito curso com algumas das miriansleitões ou danuzasleões da vida. Ou mesmo com alguma especialista em “jornalismo de fofoca” como a Leilane Neubarth. Ela é a mais provável herdeira da coluna “Mexericos da Candinha” contracapa da antiga Revista do Rádio, especializada em fofocas & mentiras sobre os artistas da época (anos ’50). Vai ser idiota assim lá com seus 3 ou 4 leitores!
Nem posso imaginar o porquê do Max perder tempo com uma besteirenta dessas.

Os segredinhos encomendados da colunista da Folha

Enviado por Max Altman – 09 julho 2012

A colunista Eliane Cantanhêde revela segredinhos da presidenta Dilma Rousseff em sua coluna “Sem paixão” de domingo, 8 de julho. Ninguém sabia, até esta altura, que ela era a confidente de Dilma. Revelar segredos tão importantes, que só se desvelam entre quatro paredes, sem filmagens secretas nem grampos dissimulados, só para os muito íntimos. Não consta que Eliane seja carne e unha da presidenta...

Mas não é nenhum segredo fechado o que “desvenda” Cantanhêde quando diz que “Dilma trabalha seriamente com a possibilidade de derrota de Hugo Chávez na Venezuela, neste ano”. E argumenta: “Com Chávez, há duas questões para além da economia. Ao cercar o câncer de mistério, sua imagem tão forte passa a refletir fragilidade”.

Ora, nem tão cercada de mistério está a enfermidade de Chávez, que ele mesmo tornou pública com bastante detalhe, nem sua imagem está enfraquecida.

Fisicamente; o sociólogo argentino Atílio Borón, presente no Foro de São Paulo há pouco levado a cabo em Caracas, num amplo relato afirmou que Chávez demonstrou em seu discurso e manifestações pessoais que carrega suficiente energia para enfrentar os ossos do ofício de presidente e a carga da disputa eleitoral, apesar de o âncora da televisão norte-americana, Dan Rather ter lhe dado há pouco, com base em fontes altamente fidedignas, não mais que dois meses terminais. Já se passaram quatro.

Politicamente; nada mostra que a doença o tenha enfraquecido. Georges Pompidou e François Mitterrand passaram os mandatos escondendo seus cânceres, apenas filtrados por segredinhos da imprensa, e não consta que tenham perdido relevância.

A malícia do segredinho revelado de Cantanhêde se completa na frase “E, pela primeira vez desde 1999, a oposição cerrou fileiras com uma candidatura, a de Henrique Capriles. Chávez passou a conviver com uma novidade: um opositor para valer”.

O grande objetivo da oligarquia, das forças reacionárias, da direita de nosso continente, apoiadas nos grandes meios de comunicação, para os próximos 90 dias, é a derrota de Chávez.



Ao crescimento das forças democráticas, populares, progressistas e de esquerda na América Latina e Caribe, a direita e o imperialismo respondem de diversas formas, dentre outras com a agressão sistemática pelo governo de Estados Unidos, a manipulação e criminalização das demandas sociais, para gerar enfrentamentos violentos e uma contra-ofensiva golpista.

O objetivo do império, a longo prazo, é controlar os recursos naturais. Não há outro continente que não a América do Sul a ostentar tantos e tão diversos recursos naturais - petróleo, água, biodiversidade,etc. - fundamentais para o desenvolvimento energético, industrial e agroalimentar. A contra-ofensiva estratégica de Washington é liquidar com Chávez porque ele é a grande liderança hoje das forças democráticas, progressistas, populares e de esquerda na defesa da soberania, independência e integração das nações latino-americanas e do Caribe.

Ante a iminente possibilidade de derrota eleitoral, a oposição venezuelana, respaldada pelos grandes meios de comunicação locais e internacionais, passaram a desatar uma intensa campanha, apelando a todo tipo de recursos, que incluem atos de violência e de desestabilização, mas também circunlóquios sibilinos não para defender um resultado altamente improvável – a vitória de Capriles – e sim para contar na hora da verdade com o argumento da denúncia de fraude.

O governo brasileiro, levando em conta os interesses legítimos do Brasil, sua política em favor da integração das nações latino-americanas, na defesa das recentes conquistas das massas de trabalhadores de nossa região, da nossa soberania e independência, está sim interessado – e muito – no resultado eleitoral de 7 de outubro na Venezuela. Para Dilma não “tanto faz como tanto fez”.

Felizmente, a consciência política da grande maioria do povo venezuelano permite prever uma nova, crucial e histórica vitória para as forças progressistas.


Texto de Max Altman – 09 julho 2012
Gráfico publicado pelo Instituto Venezolano de Análisis de Datos (IVAD) em 08 de julho
Título da postagem e ilustração: Castor Filho - redecastorphoto

sábado, 10 de setembro de 2011

O jornalismo BOBOCA da Leilane Neubarth (e da “Globo News”)

A Leilane Neubarth entrevistou em 9/9/2011, um jornalista norte-americano que até agora não sabe por que os EUA são odiados em todo o mundo (ele acha que foi depois de 11/9), e os jornalistas da Globo News também não devem saber, porque não lhe disseram. Afinal, nem o Bush sabia, n’é?

Ora, que vão catar coquinhos... Essa é que é a “verdade” apregoada pela Dona Leilane? É esse o "jornalismo-verdade" a que ela se refere?

Então nenhum jornalista da Rede Globo sabe que os EUA promoveram golpes em toda a América Latina, para impor aos países ditaduras sanguinárias, apenas para que pudessem manter seu domínio sobre eles? No caso específico do Brasil, com o apoio do jornal O Globo, por sinal!

Estou fazendo uma pesquisa sobre as intromissões dos EUA no mundo, porque é óbvio, não se intrometeram só na América Latina, e quando terminar, vou mandar para vocês graciosamente, junto com uma carta de autorização de publicação sem ônus, mas tenho a certeza ABSOLUTA que não publicarão... A única forma de eu ganhar dinheiro com isso seria, se vocês topassem fazer comigo uma aposta, mas aí, eu que não sou boba, não nasci ontem e que conheço as malandragens das “ilhas de edição”, só reconhecerei a minha derrota se for publicado ipsis litteris, de cabo a rabo, tudo que tiver lá escrito... Hahaha du-vi-d-o-dó, carne seca, mocotó...

Aliás, eu deixei de ter raiva de americano, e passei a ter pena. Eles são as maiores vítimas do imperialismo norte-americano, salvo meia dúzia de multimilionários, que não podem ser chamados de humanos e nem mesmo de animais, porque animal algum comete crimes de destruição em massa, apenas por “dinheiro”. Não consegui ainda descobrir o adjetivo correto para eles... Quem sabe, um dia...

Mandem os jornalistas globais lerem 3 cartas escritas ao Bush quando ele resolveu buscar as “armas de destruição em massa” no Iraque: a do escritor Mia Couto, do bispo católico Robert Bowan e do escritor brasileiro Paulo Coelho. Da próxima vez, não cometerão essa “vergonhosa barriga!”.

E não são coisas do passado distante não: na 1ª década deste século, só pelas bandas de cá, derrubaram o Zelaya em 2009 e tentaram derrubar o Hugo Chávez em 2002, sabiam? E não foi nenhum chavista fanático que me contou não, mas jornalistas irlandeses. O filme é narrado em inglês e se chama “The Revoluction Will not be Televised”. Aproveito, a bem da verdade, para aconselhar que o comparem com as matérias que vocês colocaram no ar na ocasião. Há de ser um bom exercício democrático.

Realmente a GloboNews está fazendo uma cobertura monumental a respeito do 11/9, mas, em nenhum momento, falaram de um 3º prédio que também caiu, apesar de não ter sido atingido por avião algum: a torre 15. Desse jeito, o “jornalismo verdade” vira “jornalismo mal informado”, para dizer o mínimo!

Finalmente, gostaria de informar aos “verdadeiros” jornalistas Globais, que existe outra versão para os episódios de 11/9. Não é defendida por nenhum vidente, como o tal do Juscelino, a quem vocês deram tanto espaço no passado (2006), mas associações de engenheiros, parentes de vítimas, inúmeros jornalistas, cientistas, bombeiros, técnicos, cineastas, que até hoje ainda não conseguiram engolir o relatório oficial dessa tragédia. A internet está cheia de vídeos e diversos livros foram publicados. Ainda que não acreditem, o bom jornalismo manda dar voz a TODOS os “lados” de um fato e não apenas ao “lado” que a Rede Globo quer que acreditemos.

E para responder o que eu fazia no 11/9, o que me levou a lhes escrever, sinceramente, eu sou exceção ao jargão que vocês lançaram no ar, de que TODOS se lembram do que faziam. Não me lembro nem em que parte do dia tomei conhecimento, se alguém me falou ou se li ou vi na TV. Lembro que tive muita pena das vítimas e de seus familiares (eu jamais iria para a rua comemorar uma morte, como fizeram com a de Osama bin Laden), mas que aquele ataque era mais uma “crônica de uma morte anunciada”.

Depois de tudo que o imperialismo norte-americano fez mundo afora, e pior, continua fazendo. Um dia, o troco viria. E virá mais. E isso explica a minha pena do povo norteamericano, porque eles acabam pagando a conta do que fazem os verdadeiros donos do seu país. Money, it's a crime (Dinheiro é um crime, da música Money, de David Gilmore, do grupo de rock progressivo britânico Pink Floyd).

Sonia Montenegro
Carta enviada pela autora a  Globo News e revisada (links, abreviações e o título) pela redecastorphoto