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sábado, 28 de janeiro de 2012

MIOGO DAINARDI, REI DOS “ANONYMOUS”


27/1/2012, Anonymous, “Operation Glenn Beck Homage” (vídeo)
Texto traduzido e adaptado pelo pessoal da Vila Vudu

Glenn Beck no papel de Miogo Dainardi ou vice-versa,sei lá!



Olá,
Somos Anonymous.

Parece que nosso líder finalmente mostrou a cara ao mundo.
Muitos Anons gostariam de acabááá com o Miogo Dainardi,
porque supõem que esse movimento não tenha nenhuma estrutura hierárquica.

De fato, isso é falso.
Trabalhamos como movimento centralizado, com Miogo Dainardi na chefia.

E nós, de Anonymous, temos uma proposta para o enxame: abrace o Miogo. 
Não xingue o cara, nem DDoSeie ele.
De fato, faça dele seu porta-voz oficial. 
Faça do cara, o Rei dos Anonymous. 

Considere as vantagens:

Quando alguém quiser uma Declaração Oficial dos Anonymous, 
Você poderá mandá-lo entrevistar o Miogo. O seu blog vai bombar.

Temos certeza que, se o cara é nosso rei, a gente chegará perto dele, quando estiver na cidade. O Miogo, com certeza, mora bem, come bem.
Botamos o Miogo, até, como voz nova nos vídeos!

Nossas vítimas tremerão de medo,
com o Miogo como nosso porta-voz e rei.
Uma aliança estratégica, com rico futuro.

Você pode enfeitar o Miogo. Por exemplo: ponha um papagaio no ombro do cara e faça dele seu Papagaio Contra-pirata.

Se você trabalhar bem, se der tudo de si, vc conseguirá que o Miogo se arranhe de raiva.

Somos Anonymous,
Somos Miogos,
Não perdoamos,
Não esquecemos.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Tea Party! América em chamas!

O Tea Party Movement já exerce influência relativamente grande na política americana. Um perigo!
por Jim Wygand*


A última vez que um movimento sociopolítico chegou a ameaçar o governo dos Estados Unidos foi em 1968, com as manifestações estudantis contra a Guerra do Vietnã. Poucos sabem que houve um momento naquele período em que o governo norte-americano estava perto de uma paralisia total.

Os EUA estão novamente perante uma ameaça semelhante com o Tea Party Movement. Este nome deriva de um momento na história colonial do país em que um grupo de "patriotas" despejou na baía de Boston um carregamento de chá vindo da Inglaterra, em protesto contra os impostos ingleses na colônia. Os "patriotas" que cometeram esse ato "subversivo" contra a coroa britânica vestiram-se como índios para executar a façanha. Entraram para os livros de história norte-americanos como heróis. Mais adiante, revisionistas da história colonial sustentaram que os famigerados heróis eram um bando de imigrantes irlandeses (sempre acusam os irlandeses, pô!) que, bêbados, simplesmente cometeram um ato de vandalismo que nada tinha a ver com patriotismo ou com nacionalismo.

Ao contrário das manifestações contra a Guerra do Vietnã, que foram promovidas por estudantes universitários e professores, o Tea Party Movement é, em sua essência, um movimento anti-intelectual. Aqueles que se demonstraram contra a guerra estavam criticando e exigindo uma mudança na política externa e protestando contra o "complexo militar-industrial", que diziam ter tomado conta dos EUA. O Tea Party Movement, por sua vez, quer acabar com o governo e suas instituições. Critica não apenas a atuação de Washington, como as próprias instituições governamentais. Seus membros querem derrubar as instituições, não mudá-las.

O Tea Party Movement é uma colcha de retalhos de ideologias e grupos que abrangem neonazistas; milícias armadas autodenominadas “Patriot Groups”; organizações antissemitas e racistas; grupos ultraconservadores; americanos “médios”, de pequenas cidades, que se sentem impotentes contra o poder do Estado; liberais frustrados; e outros grupos com agendas singulares (por exemplo: antiaborto, fundamentalistas religiosos, etc.). É mais fácil, portanto, saber o que eles estão contra, que saber o que eles querem.

O mais recente herói desse grupo “vira-lata” é A.J. Stack, o americano que jogou seu avião contra um prédio da IRS - a Receita Federal norte-americana - em Austin, Texas, após escrever um manifesto contra o governo e seus desmandos e controle sobre a vida do cidadão. A descrição de Stack, na mídia, como desequilibrado e desesperado, serve, aos olhos do Tea Party Movement, para reforçar sua tese de que o governo e a mídia são controlados pelas grandes corporações e Wall Street, em detrimento da verdade. De fato, há pouco na vida de Stack que justifique o rótulo de desequilibrado. Desesperado, sim, pois a vida do homem estava de fato em frangalhos. Para o Tea Party Movement, Stack é vítima de um governo e uma estrutura econômica opressivos, que funcionam somente para o bem de alguns privilegiados.

Movimentos desse tipo não são incomuns nos EUA, embora nas últimas décadas não houvesse um tão grande assim. A última vez de que se tem notícia de um movimento anti-intelectual e anti-educacional nos EUA foi no início de século XX com o movimento progressista, cujo maior porta-voz foi William Jennings Bryan. Bryan apoiou a Lei Seca, que proibiu a produção e venda de bebidas alcoólicas, foi contra o ensino do darwinismo nas escolas, e declarava-se a favor do “americano comum”. Muitas das posições que Bryan defendia se assemelham às defendidas hoje pelo Tea Party Movement, cujos representantes em muito se parecem com uma reencarnação de Bryan. Sarah Palin defende o conceito de que o verdadeiro americano é aquele que vive no interior, abraça valores tradicionais e opõe-se às elites educadas dos grandes centros urbanos e é cópia fiel do anti-intelectualismo de Bryan. Outro líder, Glenn Beck, comentarista da rede Fox News, faz apelos emocionais para a reconquista da América e chega a chorar em suas declarações. Uma vez declarou que se vestia com uniforme de um soldado soviético para saber como comunista pensa. Chegou a fundar um movimento, "9/12" - o dia depois do ataque terrorista de 11 de setembro -, e abraça uma banda larga de ideias estapafúrdias, para não dizer loucas.

O Tea Party Movement já chegou a "sequestrar" o Partido Republicano, cujos representantes e candidatos sentem-se na obrigação de ir mais “à direita” no espectro político, para obter o apoio dos membros do movimento. Os Democratas vivem com medo do aparecimento dos membros do Tea Party em comícios públicos, onde serão vaiados ou silenciados com palavras de ordem. Portanto, o movimento já exerce uma influência relativamente grande na política e, por extensão, sobre as medidas econômicas para recuperar a economia norte-americana.

Mas, o perigo desse movimento não está apenas em sua capacidade de afetar a política. Há outro perigo maior: a disposição de se empregar a violência para fazer valer o seu ponto de vista. Ações como aquelas cometidas por A.J. Stack e Timothy McVeigh (que explodiu um prédio federal em Oklahoma, em 1995, matando 168 pessoas) são descritos pelo Tea Party Movement como “atos patriotas”, contra um governo e uma estrutura governamental opressiva.

Abraça-se à violência e, ao terrorismo doméstico (por que não dizer?), como sendo métodos válidos para fazer valer suas ideias e crenças.

Como americano, reconheço que a violência, tanto verbal quanto física e institucional, sempre fez parte da minha sociedade. A paixão que o cidadão comum tem por seu direito de possuir armas de fogo permeia o pensamento do americano. Interessantemente, o Canadá tem mais armas de fogo per capita que os EUA, mas uma taxa de homicídio por essas armas muito menor. A diferença está na cultura. Uma situação em que o cidadão norte-americano perde a confiança em suas instituições políticas e a esperança em transformá-las por métodos pacíficos é, certamente, uma situação de perigo. Não pense que o americano jamais levantará armas contra outro americano. Já aconteceu e poderia acontecer novamente. E, instigado por demagogos como Sarah Palin, Glenn Beck, Ron Paul, Rush Limbaugh, e outros como eles, apela-se para o menor denominador comum de qualquer sociedade.

Uma economia do tamanho dos EUA, emaranhada em uma disputa interna dessa natureza, não deve interessar a ninguém em meio à crise econômica global. Penso que os EUA e seus concidadãos têm de abraçar o novo paradigma de um mundo mais pluralista e do declínio da influência norte-americana. A ideia de que se pode restaurar a dignidade de uma nação por meio de rufiões é equivocada e perigosa. Foi assim que nasceu o nazismo. O mundo mudou, não obstante as objeções do Tea Party Movement. Cabe a alguém informar a seus membros!

*Jim Wygand é consultor nas áreas de investigação de fraude, due diligence, gestão de risco e diretor na CCI - Critical Corporate Issues .

Extraído da Revista Brasileiros e enviado por Jotamorim

sábado, 26 de junho de 2010

Norte-Americanos com raiva e inveja da Petrobras e dos brasileiros

sábado, 26 de junho de 2010
DIREITA DOS EUA ATACA A PETROBRAS - O TÍTULO DO PROGRAMA ERA "CRIME S/A: PETROBRAS".

Sempre em perfeita sintonia com a direita americana, aqui os demotucanos no Senado e a grande mídia estão postergando (para impedir) a criação da Petro-Sal e a capitalização da Petrobras. Isso já significou milionárias perdas para a Petrobras, especialmente com a forte queda no valor de suas ações.

POPULAR APRESENTADOR AMERICANO EXPÕE TEORIA CONSPIRATÓRIA ANTIPETROBRAS”

Andrea Murta, de Washington

"A Petrobras caiu no centro de uma teoria conspiratória da ultradireita americana sobre o vazamento de petróleo no golfo do México, parte de uma cadeia de elos "suspeitos" que vai do megainvestidor George Soros até lucros oportunistas com a tragédia ambiental nos EUA.

O apresentador Glenn Beck, do canal a cabo Fox News, um ultraconservador adorado por reacionários, gastou seu programa na segunda-feira para explicar aos seus mais de 2 milhões de telespectadores tudo o que há de errado com a "malvada Petrô-bas" (como pronuncia o nome da estatal).

Ele sugere que a grande conspiração envolvendo Soros e a Petrobras tem a ver com o vazamento de petróleo na plataforma da BP.

O título do programa era "Crime SA: Petrobras". O grande problema parece ser o que Beck vê como "oportunidade" de aumento do valor da estatal brasileira.

A Casa Branca decretou moratória na exploração de petróleo em alto-mar nos EUA (atualmente suspensa pela Justiça), enquanto a Petrobras continua fazendo suas perfurações e dando lucros a investidores "maléficos" como Soros.

É preciso grande dose de boa vontade para fazer as conexões sugeridas, tão complicadas que o apresentador precisa de uma intrincada cadeia riscada a giz num quadro-negro para explicar tudo.

Beck começa dizendo que fundos de Soros investiram em 2009 US$ 900 milhões na Petrobras. Pouco depois, os EUA fizeram compromisso de empréstimo de US$ 2 bilhões à empresa para ajudá-la a perfurar em alto-mar.

Para Beck, não é coincidência -Soros sabia que o dinheiro sairia devido a suas conexões com a Casa Branca.

Esse empréstimo já levantara polêmica em 2009, e o EximBank (de estímulo a exportações) dos EUA soltou nota afirmando que o dinheiro era um adiantamento para a Petrobras comprar material de indústrias americanas e será devolvido com juros.

As "conexões" e outros lucros potenciais da Petrobras com o vazamento também foram alvo de sites como "O Futuro do Capitalismo", FrontPageMazine e Investors.com. "Daqui a pouco vamos importar petróleo do Brasil", alerta o último.

Beck prefere partir para o ataque. "Nós não podemos perfurar, porque a Terra e [o ex-vice-presidente e ambientalista] Al Gore estão tendo ondas de calor", diz. "Mas o Brasil é louco: gosta de biquínis, fio dental e perfuração profunda."

FONTE: publicado na Folha de São Paulo [título, subtítulo e 1º parágrafo colocados pelo blog Democracia & Política]

Retirado do blog Democracia & Política

enviado por MVMeireles/ Beatrice

Comentários do Embaixador (na RPDC) Arnaldo Carrilho

Estejamos todos certos duma coisa: a gringada da America do Norte anda preocupadíssima com os ensaios, porque não passam disso, de autonomia no seu Quintal Contra-Reformista (cf. John Adams e seu filhote John Quincy, predecessores de Bush-pai/filho, embora bem mais preparados). Antes, só havia Cuba e a Nicarágua sandinista, controladas por embargos sucessivos, a primeira expulsa da OEA, a segunda pela subversão golpista dos Contras, armada durante a Administração Reagan, a qual deu c'os- burros-n'água, bem sabemos.

Vivemos hoje num verdadeiro quadro de disputas que as pranchetas pentagonais podem transformar numa subtensão de reserva, preparando uma conflagração no subcontinente Americano (Américas Central e do Sul). A política de instalação de bases, assim como a do revigoramento da IV Frota Naval, que na II Guerra deixou ao léu o Atlântico Sul, infestado de submarinos nazi-fascistas, responsáveis pelo afundamento de 34 navios brasileiros (um só vaso-de-guerra e uma embarcação pesqueira), causando a morte de centenas de passageiros.

Essa atitude estadunidense visava à adesão do Brasil, já que a Argentina manteve-se neutra durante o conflito mundial, ao esforço de guerra das potencias ocidentais contra o Eixo ROBERTO. A versão, quase popularesca, de que declaramos guerra as três potenciam coligadas se deveu à troca de nossa entrada na guerra mediante empréstimos para a construção da CSN (Volta Redonda) não passa de balela. Não esqueçamos de que a Krupp e a Von Thyssen estavam interessadas no negócio de um país como o Brasil, que não produzia um grama sequer de aço.

A autonomia diplomática de um país sob a orbita de interesses ocidentais tem um alto preço a pagar, não limitado aas sabotagens contrarias. A recente Declaração de Teerã e o Acordo Tripartite oferecido ao Irà pelo Brasil e a Turquia, tudo nos parâmetros do "recurso à diplomacia "preconizado por Obama, nao foram instrumentos reconhecidos por Washington, aliadas da OTAN, Japão e Austrália, assim como pela Rússia e China, porque abalaria o sistema inaugurado em 1945 (Sao Francisco), pela instituição de um poder de veto no CSNU a cargo das cinco grandes potencias vencedoras, uma delas tornada então Superpotência, detentora de bombas atômicas, duas experimentadas tragicamente, em Hiroxima e Nagasaqui.

Então essa megadireita dos EUA, a qual sempre existiu e se revela crescentemente mais agressiva e conta com apoios nacionais em quase toda a America Latina, não tem como aceitar as diferentes modalidades de autonomias diplomáticas subcontinentais.

Forca, por isso, a Administração do Socialist nigger (assim Obama é chamado por ela, "Crioulo socialista") a adotar medidas contrarias aos interesses nacionais de vários países, dentre eles o Brasil.