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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Paranóia petista?


Sonia Montenegro

Sonia Montenegro em 28.11.2011

Que NUNCA MAIS se diga que é paranóia do PT ou da esquerda, quando afirmam que a “grande” imprensa brasileira é parcial e descaradamente contra eles.

Em entrevista à GloboNews ontem, no programa Dossiê GloboNews, ao jornalista Geneton Moraes Neto, o ex-todo-poderoso da Rede Globo, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, afirmou que a Globo foi procurada pelo comitê do Collor, quando da 1ª eleição direta para a presidência da República em 1989, e o candidato foi orientado pela equipe de marqueteiros da emissora.

Era consenso de que Lula vencera o 1º debate, portanto, tinham que reverter o quadro para o 2º, contra o enorme perigo que seria a eleição de Lula, e então fabricaram a imagem do Collor. Colocaram nele um silicone no rosto para dar a aparência de suor e tiraram a gravata, para disfarçar sua aparência de “mauricinho”, dando-lhe um aspecto mais “popular”.

Arbitrariamente, a emissora já tinha exibido parte do programa eleitoral do Collor no Jornal Nacional, que antecede a novela no horário nobre da emissora, vista por um número de espectadores muito maior do que o da audiência do horário eleitoral gratuito, do depoimento de Miriam Cordeiro, antiga namorada e mãe de uma filha de Lula, quando ele era viúvo, dizendo que ele ofereceu dinheiro para que ela provocasse um aborto. Tempos depois ela se confessou “arrependida”, e que o fez por de 24 mil dólares.

Mas o Boni disse ainda diz que colocaram na mesa do Collor, uma série de pastas, induzindo que seriam novas denúncias contra Lula. Por mais que Lula tivesse a sua consciência tranquila, tinha sido acusado de forma vil, com o respaldo da maior emissora do país, portanto, até prova em contrário, qualquer denúncia seria “verdadeira”, e lá poderia conter outras tantas mentiras, que a Globo se encarregaria de dar fé.

Durante o debate, o Collor fingia que ia consultar as pastas e, no final, mostrou que estavam vazias, fato confirmado pelo Boni na entrevista.

O candidato escolhido pela emissora sofreu impedimento. O candidato que ela prejudicou, governou por 8 anos e terminou o mandato com 87% de aprovação popular, o que o levou a eleger sua sucessora, mas a Globo garante que quer o bem do povo brasileiro.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Eliane Cantanhêde versus Caco Barcelos (trecho censurado)


Eliane Cantanhêde

No dia 20/09/2011 foi ao ar o programa “Em Pauta” em que o entrevistado era o excelente jornalista Caco Barcelos. 

Lá pelas tantas, a jornalista Eliane Cantanhêde (Folha) resolveu abordar o “bom momento” (sic) do jornalismo brasileiro. Caco, surpreso, logo retruca: “Você acha?”. Pois sabe bem ele que o jornalismo (?) no Brasil passa por uma das mais graves crises de credibilidade. Você vai perceber que Caco usa a expressão “jornalismo declaratório” como eufemismo ao péssimo jornalismo praticado inclusive pela Folha de São Paulo e seus colunistas amestrados. 

Caco Barcelos
O que se segue no vídeo é uma verdadeira lição de jornalismo de Caco que Cantanhêde talvez nunca tenha escutado.

Vergonhosamente, a Globo News cortou sumariamente este trecho da entrevista. 

Durante a campanha eleitoral de 2010, a Folha (juntamente com Veja, Estadão, Globo etc.) praticou o mais abjeto jornalismo em favor do PSDB, mostrando apenas denúncias contra o PT e ocultando todas as denúncias contra o PSDB.

E até hoje tem sido assim. 

Assista sem censura:



Enviado por Raul Longo e Rosângela Calado da Costa

sexta-feira, 8 de julho de 2011

A CRÍTICA E A CRÍTICA

Laerte Braga

Há uma diferença abissal entre a crítica de setores e partidos de esquerda ao governo Dilma e a crítica feita, por exemplo, pela GLOBO, ou por VEJA. No jornal que apresenta às 18 horas de segunda a sexta a GLOBONEWS – tevê por assinatura – edição de quarta-feira, a apresentadora fez questão de ressaltar a importância da denúncia de irregularidades no governo, onde quer que seja como papel do jornalista de estar sempre indignado – uma espécie de reflexo da indignação pública – com a corrupção que resultou na demissão do ministro dos Transportes.

O PSDB divulgou quinta-feira, 7/7/2011, nota oficial onde afirma que esse Ministério “é a herança maldita da ética”.

Nota oficial do PSDB falando em ética é complicado.

Não é um partido, é uma quadrilha.

A indignação da jornalista deveria se estender a toda a série de irregularidades acontecidas no governo FHC, nos governos de Serra e Alckmin no estado de São Paulo e em qualquer governo tucano em qualquer lugar do País, todos bandidos.

Circula na internet, no YouTube, vídeo mostrando as relações do ex-governador de Minas Aécio Neves com a rede GLOBO e o jornal ESTADO DE MINAS, o terror implantado em seu governo no sentido de silenciar a mídia crítica, as muitas demissões de jornalistas por ousarem enfrentar o, hoje, senador.

Ano passado, em plena campanha eleitoral, o ex-governador e pilantra José Serra denunciou a existência de um complô via dossiê contra sua candidatura armado pelo partido do governo, o PT (são tantos).

Uma ligeira investigação e Serra deixou de lado a denúncia. É que o dossiê fora encomendado e pago por Aécio Neves, quando ele e o tucano paulista disputavam a indicação do partido como pré-candidatos presidenciais e Aécio se vingava de Serra que havia antes encomendado outro dossiê sobre ele, Aécio. Aquele insinuado pelo jornalista capacho de Serra, Juca Kfouri, sobre os boatos que o mineiro era usuário de drogas.

Lula e Dilma pagam o preço da opção por alianças com partidos como o PR – Partido da República. É um partido de ladrões, quadrilha, ligado a uma igreja neopentecostal, seus principais acionistas são pastores e essa gente não faz outra coisa que não ludibriar a boa fé das pessoas, aquele negócio de vender tijolinho para ir fazendo casa no céu ou, dependendo do dízimo, mansão nas paragens cuja portaria é controlada por São Pedro.

Os chefes mesmo preferem morar em Miami.

Lula segurou e continua sendo segura, a decisão de expropriação automática de terras onde seja descoberto trabalho escravo para fins de reforma agrária. Quase todos os dias a Polícia Federal ou o Ministério do Trabalho descobrem latifundiários e empresas do agronegócio se valendo de trabalho escravo, inclusive um deles, o tal rei do feijão, prefeito de uma cidade mineira e tucano, óbvio.

Dilma está prestes – se já não transformou – um dos maiores bandidos da política brasileira, Blairo Maggi, Ministro dos Transportes. Responsável por desmatamentos ilegais no Centro-Oeste, envolvido em corrupção generalizada em seu governo no Mato Grosso, ligado a contrabandistas e empresas estrangeiras interessadas no nióbio brasileiro (sem ele não existiria arsenal nuclear norte-americano, ou qualquer outro) e o ex-ministro José Dirceu estão envolvidos nisso até a alma. Maggi é useiro e vezeiro em trabalho escravo.

Os baús da ditadura, outro exemplo. Não se sabe por que razão permanecem sigilosos os documentos que mostram os crimes cometidos pelos militares durante a ditadura e nem se entende o receio do governo em exibi-los.

Entender a covardia dos torturadores atrás da lei da anistia – feita para eles, para inocentá-los das felonias cometidas – é fácil.

A tortura é da natureza de todo covarde como Brilhante Ulstra, hoje colunista do jornal FOLHA DE SÃO PAULO (que nunca é demais lembrar, emprestava os caminhões para a desova de presos políticos assassinados no DOI/CODI paulista, ou no OBAN – OPERAÇÃO BANDEIRANTES -, financiada por empresas como a Mercedes Benz, p. ex.).

Quando o secretário geral do PCB – PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO – definiu o governo Lula como “capitalismo a brasileira”, estava indo muito além de uma frase de efeito, ou de uma constatação.

O que Ivan, com certeza, quis denunciar, caracterizar, era exatamente a opção que Lula fez e Dilma mantém por determinado setor do empresariado dentro do modelo. Ou seja, o ex-presidente e a atual presidente, agregaram parte do empresariado, do latifúndio e todos os banqueiros que atuam no Brasil para implementar suas políticas, algo como uma negociação em troca de ar que lhes permitisse respirar, avançar em alguns setores, sem mudar coisa alguma, mantendo intactos os cartórios.

Só isso. Nas alianças feitas pelos governos Lula e Dilma o que existe é isso.

Aceita-se a participação de quadrilhas, PR, setores do PMDB (que ainda tem muita gente digna), fecha-se os olhos a determinadas irregularidades, enquanto se toca o que consideram principal dentro dos parâmetros ditados pelo modelo. Como? A política econômica. A política de juros altos. As privatizações agora dos aeroportos e outras

Abílio Diniz envolvido em várias irregularidades fiscais, trapaças, etc., num dado momento do governo Lula chamou o presidente de “grande estadista”. Ele não acha nada disso, apenas estava no grupo de empresários absorvidos por Lula.

Eike Batista sustenta o governo Sérgio Cabral – cada vez mais com cara de Collor de Mello e já carecendo de impeachement faz tempo – em troca de grandes contratos, de concessões, etc., etc..

Não é só a casinha de Luciano Huck (regularizada pela ex-mulher de Cabral, através de seu escritório de advocacia) multado agora por cercá-la de bóias afetando o ambiente. O cinismo desses pilantras globais é impressionante. Não é o caso da jornalista que apresenta o jornal da seis da GLOBONEWS, pelo contrário, é da organização GLOBO mesmo, quadrilha. São grandes trapaças, grandes negociatas e tudo bem. Cabral pede desculpas de público, continuam morrendo assassinadas pela PM crianças na “polícia pacificadora” (caso do menino Juan), nada acontece.

Dia desses, num consultório médico, enquanto aguardava, nessas revistas velhas que povoam consultórios médicos e odontológicos (os tais da colgate que resolve tudo), li uma declaração da apresentadora do JORNAL NACIONAL (um câncer na informação) falo da jornalista Fátima Bernardes, que “o meu cabelo é patrimônio nacional”. Ora, a moça perdeu completamente a noção de ser humano, incorporou o espírito-robô e se acha acima do bem e do mal.

Quando VEJA e a GLOBO se “indignam” com a corrupção é porque os empresários ligados a eles estão sendo “prejudicados” em alguma negociata. No caso do ministro (bandido) Alfredo Nascimento, a concorrência com a RECORD. O PR é um braço do esquema neopentecostal, o melhor “negócio divino” existente no País hoje e em boa parte do mundo.

Ao se afirmar que Lula cometeu erros em concessões várias e Dilma está sem rumo, perdida (Jobim chamou figuras do governo que não nominou de “idiotas” diante de FHC e Serra e continua ministro), ao mesmo tempo em que se propõe uma revisão de políticas públicas em vários setores, aí sim, para que o País possa avançar, não se está fazendo o jogo da direita. Esse jogo é feito pelas debilidades do governo Dilma. Ou o caso do ministro Alfredo Nascimento, quadrilheiro de carteirinha, foi inventado e deveria ser objeto de silêncio para não prejudicar “a governabilidade e os avanços”. Que avanços?

O custo do trem bala Rio/São Paulo está orçado em 80 milhões o quilômetro, o custo da ponte – a maior do mundo – construída agora e mostrada ao mundo pelos chineses foi de dois milhões de dólares o quilômetro. Quando o PSDB e VEJA, ou GLOBO denunciam uma irregularidade é briga de quadrilhas empresariais. É diferente da crítica, muito diferente, que se faz ao modelo e às práticas do governo, mesmo porque embora pense que tenha inventado a esquerda, o socialismo, não é bem assim. Arqueólogos já comprovaram que a esquerda, o socialismo é anterior ao PT.

As lutas populares são anteriores ao PT.

A discussão da reforma política que senadores e deputados deitam sapiência no curso da semana com propostas assim e assado. O que tem sido feito é apenas uma busca meticulosa de uma “reforma” que não mude coisa alguma e permita a um corrupto sem entranhas como José Sarney, repulsivo, permanecer senador e pior, presidente do Senado e um dos grandes avalistas do governo.

A crítica feita pela mídia privada reflete o que a mídia privada o é. Um braço do capitalismo, de potência estrangeira, de uma forma de terrorismo que entre outras coisas busca alienar e aterrorizar o telespectador, ouvinte, leitor, o cidadão, quando lê matéria como a da revista VEJA imputando a muçulmanos inverdades e atos inexistentes.

VEJA é podre da primeira a última página.

A crítica feita por partidos à esquerda do PT (é hoje um partido social democrata, de centro-esquerda) trabalha ao mesmo tempo – e muitas vezes é dos movimentos sociais também – a importância do debate público, da participação popular, da luta de frente com essas quadrilhas que lotam a política brasileira, caso do PR, de transformações políticas e econômicas para que se possa ter um caminho alternativo a esse “capitalismo a brasileira”.

E acima de tudo é responsável. Tem plena consciência do que significa a perspectiva de volta do tucanato ao poder. Foi por isso mesmo que esses partidos ficaram com Dilma no segundo turno (a maior parte deles) e outra vez o PCB refletiu essa responsabilidade, essa consciência, ao proclamar “com Dilma nas urnas, contra Dilma nas ruas”.

O tamanho do tsunami que se forma para atingir a América Latina nessa crise que vive o capitalismo é apavorante. E nesse diapasão, nessas alianças, nesse chove não molha, nessas discussões estéreis a cúpula do PT (pelega) e os governos petistas terão uma parcela imensa de culpa. A de não perceber que o caminho não passa por alianças, mas por enfrentar o modelo.

A história que não tem como ser diferente é bobagem, desculpa esfarrapada. Falta é peito mesmo. E aí, tem que conviver com Alfredo Nascimento, com Nelson Jobim, Moreira Franco, essa corja que pulula no governo Dilma. Blairo Maggi? É o senhor do agronegócio no Brasil. Continuamos no brejo do capitalismo disfarçado de programas sociais que longe de serem transformadores, apenas adéquam parcela da população ao modelo perverso que vive seus dias finais em termos de história.

E um aspecto importante. O PT não inventou a esquerda. Tanto não inventou que hoje mal consegue se segurar na centro-esquerda.

A propósito da nota do PSDB falando em ética; os caras não entendem do assunto e ficam dando palpite errado, falando besteira. Hitler tinha uma ética. Ben Gurion o primeiro chefe de governo de Israel e colaborador do nazismo tinha uma ética. Drácula tem a ética do sanguessuga. A do PSDB é a da amoralidade. Tem horror de bafômetro e adora pedágio (propinas maiores). A de Israel, desde Ben Gurion é de ressuscitar a suástica e fundi-la à cruz de David e está conseguindo fazer.

Com urgência é necessário contatar o espírito de Marx e explicar a ele que nada do que disse ou escreveu vale se não tiver o crivo do PT. Marx e todos os pensadores de esquerda desde os primórdios.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Imagem de Bin Laden morto mostrada pela Globonews é falsa e está na rede desde 2010

Extra! Extra! A Globo MENTE quando copia a imprensa ocidental! Bin Laden está morto há 2 anos... Só que a ocasião não era propícia... Show e propaganda para reeleger Barack Obama com a "ajuda desinteressada" da imprensa ocidental!

Print da Globonews:

Internet. Clique na imagem para ampliá-la. Repare na data sublinhada.


Vídeo postado no youtube mostrando a farsa:


Quem furou a mídia no Brasil foi o blogueiro Herval Junior. Ele denunciou a farsa em seu blog às 3h39 de hoje. Parabéns, Herval.
extraído do Blog do Mello

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

O dia em que a Globo desnudou Serra e a oposição

Descolado do Sérgio Telles

Programa Entre Aspas, da GloboNews, o debate entre jornalistas, especialistas em eleição, atestam claramente que Dilma terá uma vitória acachapante sobre Serra, já no primeiro turno (o que já venho dizendo há meses, e cada vez fica mais claro, basta ver a reação nas ruas e entre os aliados de cada candidato).

Caso o vídeo não apareça, clique aqui. E obrigado ao excelente Tijolaço do Brizola Neto por postar o vídeo.

E lembrem-se que hoje é o dia da #ondavermelha, vista vermelho nessa sexta-feira 13/08 e mostre a força de Dilma nas ruas!

E também, não menos importante, parabéns aos economistas, especialmente uma homenagem ao nosso Ministro Mantega, um dos líderes desse sucesso econômico recente do Brasil.