domingo, 28 de julho de 2013
O Globo: “Mentira grosseira para desviar atenção”
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Pequenas bombas nucleares
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Os brasiguaios e a mídia no golpe do Paraguai
terça-feira, 8 de maio de 2012
O ataque de O Globo à blogosfera
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Porque e a quem interessa paralisar obras estratégicas para o país?
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Por que o PiG (*) insiste em tentar desmoralizar a Petrobrás ?
O Conversa Afiada reproduz texto do Blog da Petrobrás:
Segurança nas plataformas:cartas aos jornais
Carta para o Estadão
A respeito da reportagem “Gabrielli admite corrosão em plataforma” (veja versão on-line), publicada pelo jornal O Estado de São Paulo nesta terça-feira (17/8), a Petrobras ressalta que o presidente da Companhia, José Sergio Gabrielli de Azevedo, afirmou ontem que as plataformas da Petrobras operam em segurança, não oferecendo risco aos trabalhadores embarcados e também não oferecendo riscos em relação à integridade dos equipamentos utilizados.
“Não há nenhum risco operacional nas plataformas, não há nenhum risco à integridade das pessoas, não há nenhum risco à integridade das plataformas, nenhum risco para a atividade”, disse. A Petrobras reafirma que a plataforma P-33 já estava com parada programada para manutenção, ocasião em que possíveis problemas de conservação seriam sanados. A Companhia considera legítima a atuação dos sindicatos dos petroleiros, que encontram-se em plena campanha salarial (data-base em setembro).
Carta para O Globo
A respeito da reportagem “P33 na mira do Ministério Público” (veja a versão on-line), publicada nesta terça-feira (17/8), a Petrobras ressalta que o presidente da Companhia, José Sergio Gabrielli de Azevedo, afirmou ontem que as plataformas da Petrobras operam em segurança, não oferecendo risco aos trabalhadores embarcados e também não oferecendo riscos em relação à integridade dos equipamentos utilizados. “Não há nenhum risco operacional nas plataformas, não há nenhum risco à integridade das pessoas, não há nenhum risco à integridade das plataformas, nenhum risco para a atividade”, disse.
A Petrobras reafirma que a plataforma P-33 já estava com parada programada para manutenção, ocasião em que possíveis problemas de conservação serão sanados.
A Companhia considera legítima a atuação dos sindicatos dos petroleiros e informa que está em negociação com os mesmos, que encontram-se em plena campanha salarial (data-base em setembro).
O PiG (*) e a aliança demo-tucana perderam a batalha do pré-sal, personagem importante do programa de estréia da Dilma no horário eleitoral – clique aqui para ler “A Mãe Dilma e o Pai Lula botam o Serra no colo” e aqui para ler “Dilma bate mais na Vox Populi”.
A CPI da Petrobrás, do senador tucano Álvaro Dias, afundou antes de sair do porto.
O regime será o de “partilha” e, não, o de “concessão”, que vem do verbo “conceder” – como era no Governo Serra/FHC (ou FHC/Serra, como preferir o amigo navegante (**)).
A Petrobrás vai tomar conta do negócio.
Para bancar tudo isso, ela vai levantar dinheiro na praça, fazer uma emissão de capital.
E aí entram o PiG (*) e aliança demo-tucana liderada (hoje) por José Serra.
Investidores privados vão querer meter a mão na Petrobrás.
Reduzir o papel da União no controle da empresa e entregar uma fatia maior a alguns dos brilhantes privatizadores do regime FHC/Serra (ou Serra/FHC, como preferir o amigo navegante).
Para facilitar as coisas – e a opinião pública aceite de bom grado, como se fosse sopa no mel – é preciso desmoralizar a Petrobrás.
O PiG (*) ultimamente resolveu transformar a Petrobrás numa British Petroleum e infestar o litoral brasileiro com o petróleo que destruiu a região costeira do Golfo o México.
O campeão nessa batalha são as Organizações (?) Globo, especialmente o jornal.
Isso é mais velho que Mr Link.
Roberto Marinho, de braços dados a Roberto Campos e Assis Chateaubriand, foi sempre um dos mais ardorosos defensores do “Petróleo é Deles”.
As meios mudam.
Os fins são os mesmos.
Paulo Henrique Amorim
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
(**) Clique aqui para ler “FHC traiu o pai, o tio e a si próprio para tentar vender a Petrobrax”
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segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Impressionante: todos falam (besteiras), mas ninguém se deu ao trabalho de ler a pesquisa rodoviária da CNT!

Enviada em 8 de agosto de 2010
Mais uma vez, a imprensa volta a falar (besteira) na pesquisa rodoviária da CNT (Confederação Nacional dos Transportes) para fazer uma afirmação completamente oposta ao que mostram os resultados da pesquisa 2009.
Leiam o que diz o jornal O Globo, em matéria cujo título é “Rodovias - estudos confirmam críticas / Dados de CNT e IPEA mostram estradas federais em péssimo estado. País também vai mal em portos e aeroportos”. Vejam se não tenho razão!
Já publiquei análises aqui neste T1 mostrando que nenhum desses juízos são sustentados em fatos (clique aqui, aqui e aqui). Além do mais, demonstramos que os estudos do IPEA são tecnicamente mal fundamentados, já que se baseiam em matérias de jornais e revistas, sem ter consultado qualquer estudo sério como o Plano Nacional de Logística e Transportes - PNLT, do MInistério dos Transportes.
1. Um argumento geral que desmonta o juizo de que “tudo vai mal”
A partir de 2002, a corrente de comércio exterior quase triplicou, passando de cerca de US$ 100 bilhões em 2002 para cerca de US$ 280 bilhões em 2007. A quantidade de contêineres (cargas de maior valor agregado) aumentou 2,5 vezes, passando de cerca de dois milhões, em 2002, para cerca de cinco milhões, em 2007.
Essas cargas chegaram aos portos, em grande parte, através de caminhões e trens. Se houve esse crescimento, em apenas cinco anos, significa que as exportações e importações fluíram e tinham custos logísticos adequados para se tornarem competitivos e atraentes, ainda que possam ser menores, no futuro.
2. Pesquisa rodoviária da CNT
A pesquisa, realizada em 2009 e divulgada em 28/10/09, mostra o seguinte quadro, em relação aos 87.552 quilômetros avaliados:
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Pavimentação (págs. 32 a 35, do Relatório Gerencial):
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• 94,3% não apresentam buracos (87,1% em 2007);
• A condição do pavimento não obriga a redução de velocidade em 95,3% da malha (86,4% em 2007);
• 83,3% dos pavimentos dos acostamentos estão em boas condições (73,2% em 2007);
• Em 2007, 94,4% dos pavimentos não apresentavam pontos críticos. Em 2009, não foi feita essa avaliação.
Obs.: A CNT não fez a pesquisa em 2008, daí compararmos com 2007
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Sinalização (págs. 36 a 44):
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• Pinturas das faixas centrais com boa visibilidade: 75,4%
• Pinturas das faixas laterais com boa visibilidade: 64,3%
• Placas existentes de sinalização de limites de velocidade: 70,2%
• Placas existentes de indicação: 68,5%
• Visibilidade das placas: 73,4%
• Legibilidade total das placas: 64,8%
Considerando apenas os números relativos à pavimentação e à sinalização, a pesquisa CNT 2009 mostra que a malha rodoviária nacional (federal e estaduais, concedidas e com operação estatal) melhorou muito nos últimos anos.
Graças aos elevados investimentos realizados pelo governo federal, pelas concessionárias e pelos governos estaduais, via recursos próprios e via repasses da CIDE, pelo governo federal.
A pergunta que fica no ar é: porque ninguém lê a pesquisa da CNT 2009, já que dou o número das páginas do Relatório Gerencial, que mostra o oposto do que se afirma há muitos anos?
Aos repórteres do Globo Geralda Doca e Gustavo Paul recomendo a leitura da pesquisa rodoviária CNT 2009 e, proximamente, a de 2010, que mostrará lá dentro (não no release) que o quadro é muito bom, o que explica o crescimento acelerado da economia.
Ou alguém pode acreditar que a economia estaria crescendo nos patamares em que está sem uma infraestrutura logística adequada?
Numa próxima análise, falaremos sobre os graves erros da mesma matéria sobre o sistema portuário.
Porque os repórteres ficam repetindo o que dizem entidades, sem checar as informações que sustentam os falsos juízos?
José Augusto Valente - Diretor Técnico do T1
extraído do T1





