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sábado, 28 de abril de 2012

Egito cancela o fornecimento de gás para Israel


27/4/2012, Franklin Lamb, Al-ManarTV, Beirute
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu


Franklin Lamb
O povo egípcio está lutando para recuperar a própria soberania. Segundo pesquisa recentemente divulgada, os egípcios entendem que sua soberania foi cedida parcialmente a Israel, por dois ditadores pós-Nasser: Anwar Sadat e Hosni Mubarak, a serviço dos governos dos EUA, de Nixon a Obama.

Acabar com três arranjos humilhantes para os egípcios – o esquema de fornecer gás barato a Israel, os acordos de Camp David de 1979 e o reconhecimento de Israel, a que os EUA obrigaram o Egito – é entendido como objetivo estratégico de segurança nacional para a maioria dos 82 milhões de cidadãos egípcios.

Segundo resultados de pesquisa de opinião realizada pela rede Press TV e divulgada dia 3/10/2011, 73% dos egípcios entrevistados opunham-se àqueles arranjos e acordos. Hoje, se estima que essa porcentagem já alcance os 90%.

Nos últimos oito anos, o arranjo do gás, de 2004, jamais teve o apoio da população egípcia. Uma das acusações que pesam hoje contra Mubarak é que o presidente deposto vendeu a preço vil o gás egípcio, como parte de um acordo ‘entre amigos’, que envolveu familiares do ditador e autoridades israelenses.

Mohamed Shoeib, presidente da empresa estatal de gás Egyptian Natural Gas Holding Company disse em entrevista à AFP, semana passada, que o acordo do gás foi “anulado com a empresa israelense Israeli East Mediterranean Gas Co. (EMG), porque a empresa não respeitou cláusulas contratuais”. [1]

Depois que Mubarak foi derrubado, e as 14 agências de polícias secreta de seu governo começaram a perder o poder de onipresença, o gasoduto que leva gás para Israel foi atacado 14 vezes em 12 meses, numa série de explosões que já haviam reduzido em 40% o fornecimento de gás que Israel usa para gerar eletricidade.

Na campanha eleitoral para as recentes eleições parlamentares, e atualmente, na campanha eleitoral para as eleições presidenciais, os egípcios têm discutido as relações com Israel, pela primeira vez publicamente. Mubarak sempre foi protetor de Israel e, como outros líderes árabes que ainda se agarram ao poder, sempre ignorou os desejos populares, para que o país apoiasse ativamente a luta pela libertação dos palestinos e da Palestina ocupada.

No final de janeiro de 2011, em visita que fiz à Universidade de Alexandria, conversei com alunos egípcios, americanos e europeus, todos nós sentados nos bancos à frente da magnífica Grande Biblioteca da cidade. Um daqueles alunos explicou, relembrando as manifestações da Praça Tahrir, dia 25/1/2911:

“Nossos slogans na Praça Tahrir eram pão, liberdade, dignidade e justiça social. Faz quase exatamente um ano. Se Deus quiser, logo alcançaremos as demandas de nossa revolução histórica, que incluíam o fim de Camp David e o cancelamento do reconhecimento do regime sionista que continua a ocupar a Palestina. Cabe ao Egito liderar a nação árabe, e cumprir a obrigação sagrada de libertar Jerusalém e todos os palestinos, do rio até o mar.”

Uma linda estudante, coberta com o hijab, também ofereceu sua opinião:

“Os EUA compraram nossos líderes com bilhões de dólares roubados de nosso povo, mas que nunca foram usados para melhorar a nossa vida ou nos trouxeram qualquer benefício. Camp David foi essencialmente um acordo privado assinado por Sadat e depois por Mubarak. O povo não foi ouvido e jamais nos perguntaram se concordávamos. Os que protestaram foram presos, e até muito pior. Agora, o povo egípcio está ganhando poder, apesar do que parece ser um golpe da junta militar do Conselho Superior das Forças Armadas, antes das eleições marcadas para junho”.

Autoridades israelenses, mancomunadas com o lobby sionista nos EUA, dizem que o cancelamento do arranjo do gás seria “ameaça existencial”. Segundo pesquisador do Serviço de Pesquisas do Congresso dos EUA, no edifício Madison em Capitol Hill, cujo trabalho é historiar as reclamações oficiais de Israel, essa é a 29ª “ameaça existencial” que a colônia sionista registra, em 64 anos de história.

As tais “ameaças existenciais” vão desde o reconhecimento internacional do Direito de Retorno para os palestinos expulsos no processo de limpeza étnica durante a, e a partir da, Nakba de 1948, passando por inúmeros grupos palestinos, e mais de duas dúzias de Resoluções da ONU, entre as quais as Resoluções n. 194 e 242, até o Hezbollah, evidentemente; incluem também todos os movimentos internacionais de solidariedade aos palestinos; um ou dois intelectuais judeus não sionistas; o Irã, também evidentemente; a expansão da internet; e potencialmente todos os cristãos, árabes e muçulmanos do planeta, para nem falar do proclamado crescimento de um antissionismo global, já desclassificado, pelo lobby sionista nos EUA, como sempre, como mais uma modalidade de antissemitismo.

Apesar de todas essas ditas “ameaças existenciais” que, recentemente, passaram a incluir também o chamado “Mapa do Caminho”, os líderes israelenses continuam a boicotar qualquer possibilidade de negociação consequente que possa levar à convivência pacífica de árabes e judeus na Palestina, num único estado democrático e secular, onde cada cidadão valha um voto, e sem qualquer privilégio ensandecido para algum autodeclarado “povo escolhido”.

Yuval Steinitz, ministro das finanças de Israel disse que o Egito questionar suas relações com Israel seria “um perigoso precedente que ameaça os acordos de paz entre Israel e o Egito”.

Ampal, a empresa israelense que compra o gás, declarou que considera o cancelamento do contrato “ato ilegal e de má fé”; e exigiu que fosse imediatamente e plenamente restaurado. A Ampal planeja usar os mecanismos de arbitragem internacional para tentar a restauração do contrato; e já enviou delegação de empresários a Washington para reunião com o AIPAC e funcionários do governo dos EUA, para conseguir que imponham aos egípcios a anulação do ato que cancelou o contrato e os forcem a continuar a fornecer gás a Israel a preços abaixo dos preços de mercado. Funcionário do Congresso escreveu, em e-mail, com ironia, que é mais fácil as empresas israelenses fazerem os congressistas trabalharem a favor delas, que as empresas norte-americanas e, até, que os eleitores que elegem os congressistas.

Semana passada, Israel Hayom, analista político israelense escreveu:

“A triste conclusão do colapso do acordo do gás com o Egito é que estamos voltando aos dias de antes do acordo de paz com o Egito, e o horizonte não parece, de modo algum, rosado. Camp David corre risco mortal. A dolorosa conclusão, mais uma vez, é que não temos amigos genuínos na região. Não, com certeza, com vistas ao longo prazo”.

Abe Foxman, da ADL, lamentou:

“Israel deu muito ao Egito em troca do acordo de paz de Camp David, muito mais do que deveria ter dado. Dentre outras coisas, uma área de livre comércio, na qual nós praticamente forçamos a criação de oficinas de costura e de uma indústria têxtil egípcia para que pudessem exportar facilmente algodão barato e outros bens para os EUA e para Israel. Tornamos os egípcios um povo respeitável aos olhos do público norte-americano. E eles retribuem assim o muito que nos devem?”

O AIPAC, que jamais demora a reagir nesses casos, já está fazendo circular um projeto de resolução, essa semana, entre seus principais operadores no Congresso, para fazer com que o Congresso dos EUA condene oficialmente o cancelamento do contrato de fornecimento de gás, e exigindo a imediata renovação, sob a ameaça de os EUA suspenderem qualquer ajuda ao Egito. O lobby também já começou a pressionar o governo Obama, com ameaças de corte nas doações de dinheiro dos judeus para a campanha eleitoral do presidente, no caso de os EUA nada fazer para obrigar o Egito a “cair na realidade”, nas palavras do ultra sionista Howard Berman, influente deputado Democrata da Comissão de Assuntos Internacionais da Câmara de Deputados.

A realidade política é que diplomatas dos EUA, o AIPAC e autoridades israelenses, muitas vezes difíceis de distinguir uns dos outros, vêm fazendo o possível para encontrar um meio de reparar as relações entre Egito e Israel, desde as manifestações da primavera passada na Praça Tahrir. Todos temem, por boas razões, que os acordos de Camp David e a embaixada de Israel no Cairo sejam os próximos a ter a cabeça no cepo, à medida que o povo egípcio vai-se tornando senhor do próprio destino.

Sobre o já esperado fechamento da embaixada de Israel no Cairo, segundo o jornal Yedioth Ahronoth:

“O que temos hoje é uma lenta deterioração de relações: israelenses já não podem por o pé no Egito, e o consulado egípcio em Telavive não tem autorização para emitir vistos de entrada. Quem insista em ir ao Egito, saindo de Israel, mesmo que tenha passaporte estrangeiro, deve preparar-se para enfrentar problemas. Pode ter seu nome incluído na lista de ‘espiões’ e de ‘agentes do Mossad’. Não nos querem lá. É simples assim. E o Egito tornou-se muito perigoso, hoje, para os israelenses”.

Segundo o porta-voz de Netanyahu, Mark Regev,

“Ninguém quer alugar um prédio para a embaixada de Israel no Cairo, para abrigar a pequena equipe chefiada pelo embaixador Yaakov Amitai. Por questões de segurança, já reduzimos muito a semana de trabalho lá. A equipe chega 2a-feira à tarde e parte na 5a-feira pela manhã. A cada viagem, vão para endereço diferente (alugado sempre a preços exorbitantes), negociado por agentes locais de segurança. No que tenha a ver com os egípcios, os diplomatas israelenses melhor fariam se ficassem em Jerusalém até a eleição do próximo presidente; depois, veremos o que acontece”.



Nota dos tradutores

segunda-feira, 30 de maio de 2011

ENCONTRO DE BLOGUEIROS E MÍDIAS SOCIAIS DO ESPÍRITO SANTO

COMUNICADO DE CANCELAMENTO


Gilney Viana
Há pouco mais de um mês decidiu-se realizar o ENCONTRO DE BLOGUEIROS E MÍDIAS SOCIAIS DO ESPÍRITO SANTO, em Vitória, capital do Estado, entre os dias 3 (três), 4 (quatro) e 5 (cinco) de junho próximo, como tem acontecido em todos os estados brasileiros.

Toda a programação do evento foi organizada e ao longo desse período até a presente data vários apoios e adesões consumados, além da presença confirmada de palestrantes convidados.

O evento constaria de exibição de filmes, palestras, debates e painéis – stands – de artes, cultura, resgate do papel da mídia alternativa no combate à ditadura militar e em sua abertura, com a presença do Coordenador Nacional da Campanha pelo Direito à Memória e a Verdade, Gilney Viana.

Genivaldo Lievori
Desde o primeiro momento o deputado estadual Genivaldo Lievori, da bancada estadual do PT – Partido dos Trabalhadores – manifestou apoio e perguntado sobre se a Comissão dos Direitos Humanos da Assembléia Legislativa da qual é presidente, dentro do princípio que informação é direito fundamental dos povos, apoiaria com passagens aéreas para os convidados e se poderia fornecê-las; respondeu que cada mandato dispõe de uma cota de passagens e que o dele ofereceria pelo menos três.

A partir daí outros mandatos foram contatados para completar o número de passagens necessárias e dois deputados petistas aderiram com seu apoio de mandato. Cláudio Vereza e Roberto Carlos.

Cláudio Vereza
É de se destacar que os deputados estaduais dispõem de cotas de passagens para fins de eventos, seminários, debates, tudo com o objetivo básico de além de promover as necessidades para o exercício de seus mandatos, promoverem também a participação popular.

Em menor escala e dentro de suas possibilidades outras entidades participariam de forma direta e indireta da organização do evento, como alguns mandatos de vereadores, inclusive o ex-secretário de Direitos Humanos de Vitória, vereador petista Eliezer Tavares, secretário da executiva estadual do partido.

Eliézer Tavares
Na terça-feira, dia 23 (vinte e três) de maio corrente, em Vitória, no gabinete do deputado Genivaldo Lievori, Fernanda Tardin, integrante da Comissão Organizadora do evento, em contato pessoal com o deputado recebeu desse a confirmação de todo o acordado e a declaração que “com sua presença agora fica mais fácil agilizar o evento”.

O referido deputado, através de uma secretária, momentos após o encontro com Fernanda e por mail, deu ciência a esta integrante da Comissão Organizadora que, na quarta-feira, dia 24 (vinte e quatro) de maio, na parte da manhã, 11 (onze) horas seria realizada uma reunião com toda a bancada estadual do PT na Assembléia Legislativa do Estado, local onde aconteceria o evento, sendo solicitada a sua presença.

Percebe-se aqui, é importante para a compreensão exata dos fatos, que a comunicação da reunião da bancada foi feita momentos após um contato pessoal com Fernanda Tardin e através de uma secretária.

Lúcia Dornelas
Nessa reunião, presentes a signatária, os deputados Genivaldo Lievori, Cláudio Vereza, Roberto Carlos e Lúcia Dornelas; para surpresa desta que assina o presente comunicado, bem diferente do dia anterior, ríspido e seco, o deputado Genivaldo Lievori deu a palavra ao deputado Cláudio Vereza que, de forma incisiva e definitiva, rompeu todos os acordos assumidos anteriormente, “determinou” a transferência das datas do encontro, tornando o evento impraticável (no período de estruturação do evento várias tentativas de contato com o citado deputado Cláudio Vereza foram feitas sem sucesso, até que, quando concluída a organização o próprio deputado, através de mail, comunicou a esta integrante da Comissão, em sua residência, que seu mandato também apoiaria o evento)

Em todo o período de organização foram mantidos por mails, telefonemas, vários contatos com o deputado Genivaldo Lievori e em nenhuma ocasião o citado deputado deu mostras ou sinais que tudo não passava de uma farsa. Registre-se que esses contatos, via mail ou telefone tanto eram feitos por Fernanda Tardin para o deputado, como do gabinete do deputado para Fernanda Tardin, confirmando todos os acertos, inclusive indicando nomes de companheiros ex-presos, movimentos, blogueiros, mídias sociais, para participação. 

Luzia Toledo
As entidades que participariam do encontro de forma direta ou indireta, àquela altura dos fatos, faltando pouco mais de uma semana para o encontro, não tinham, como não têm condições de arcar com as responsabilidades totais e, ao tomar conhecimento dos fatos a deputada estadual Luzia Toledo, do PMDB, que nem fazia e nem faz parte da quadrilha (conforme poema de Drumond), no afã de tentar encontrar uma solução solidarizou-se com os organizadores e dispôs-se a ceder uma passagem. A despeito da atitude correta e digna da citada deputada, isso era ainda insuficiente e o tempo trabalhava contra a viabilização do evento.

Ao largo de todo o processo de organização do encontro vários companheiros foram mobilizados para o mesmo, inclusive ex-presos políticos instados a participar da campanha de mobilização pelo direito à memória e a verdade e nem mesmo o coordenador dessa campanha, Gilney Viana, tinha conhecimento do fato.

Na citada reunião com os deputados da bancada petista ficou evidenciado o descontentamento dos mesmos com o lançamento da campanha no encontro – haveria antes uma solenidade na OAB do Estado –, claras as divergências quanto ao caráter plural do encontro (todo o campo de esquerda foi convidado, desde partidos a movimentos populares) e toda a sorte de dificuldades foi posta pelos deputados da bancada do PT na Assembléia Legislativa do Estado, inclusive propostas de adiamento e solicitação de orçamento (já anteriormente apresentado e definidas as responsabilidades com o deputado Genivaldo Lievori). Manobras e sugestões destinadas a na prática inviabilizar como de fato aconteceu, o encontro.

É bom que fique claro que o fato maior de descontentamento dos deputados e a palavra final do deputado Cláudio Vereza foi de desagrado com a campanha Direito à Memória e a Verdade no encontro. Registre-se que o  penúltimo presidente da Assembléia Legislativa do Estado, Élcio Álvares, teve o voto do deputado Cláudio Vereza para tal, presidente do legislativo. Élcio Álvares é ex-governador biônico e ex-ministro da Defesa de Fernando Henrique Cardoso, afastado por corrupção flagrante.

Para coroar a ruptura dos compromissos assumidos, o deputado Genivaldo Lievori afirmou que o seu partido havia marcado uma reunião estadual no município de Colatina no mesmo dia de abertura do encontro e uma ONG chamada ESPÍRITO SANTO EM AÇÃO, financiada por empresas como a ARACRUZ, VALE, SAMARCO e outros, a REDE GAZETA DE COMUNICAÇÃO (AFILIADA DA REDE GLOBO) estava organizando um Fórum Nacional de Reforma Eleitoral para discussão do projeto de reforma política, contando com apoio da Assembléia e do Governo do Estado, do TRE – TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL – o que, na prática se constituiria tentativa de esvaziamento do ENCONTRO DE BLOGUEIROS E MÍDIAS SOCIAIS DO ESPÍRITO SANTO. Esse encontro promovido pelas empresas em cumplicidade com a Assembléia e o Governo Estadual, além do TRE será aberto pelo presidente do Senado, José Sarney.

A perspectiva de participação popular torna-se nula no Espírito Santo.

A despeito do apoio da deputada Luzia Toledo, do apoio de jornalistas como Valter Conde, do empenho de companheiros como Dagmar Volpi, além de muitos outros, a realização do encontro se tornou inviável, impraticável, pelo que ficou decidido o seu cancelamento.

Roberto Carlos
Lamento profundamente a atitude desrespeitosa dos deputados Genivaldo Lievori, Cláudio Vereza, Roberto Carlos e Lúcia Dornelas, a falta de cumprimento de compromissos assumidos pelo deputado Genivaldo Lievori. Coloco-me à inteira disposição para exibir aos interessados mails, se necessário for solicitar à Justiça provas de contatos telefônicos durante mais de um mês, bem como de todo o processo acontecido em Vitória entre os dias 24 (vinte e quatro) e 27 (vinte e sete) de maio corrente, na tentativa de buscar formas de realizar o encontro.

E assim, diante desses fatos, estamos comunicando aos convidados (via telefone) e aos interessados de um modo geral o cancelamento do encontro, bem como, disponibilizando, reitero isso, toda a documentação trocada entre esta signatária e o deputado Genivaldo Lievori e outros para realização do encontro, além do que, através de advogados contratados, estudando a viabilidade de ação judicial competente face aos fatos e prejuízos gerados. Materiais e morais.

O Estado do Espírito Santo, através da bancada do PT – Partido dos Trabalhadores – na Assembléia Legislativa, mais uma vez, dá uma triste demonstração que ao longo dos anos criou o conceito que no Espírito Santo a corrupção é generalizada e o espírito público de detentores de mandatos eletivos inexiste.

Abrir os baús da ditadura no Espírito Santo mais uma vez nem pensar. No Espírito Santo a ditadura ainda sobrevive, vide o complexo empresas/deputados e governo.

Vitória, 29 de maio de 2011.

FERNANDA MARIA TARDIN WEICHERT PINHEIRO