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segunda-feira, 21 de março de 2011

OBAMA, GO HOME!

Polícia carioca reprime manifestação


Presos políticos; contra a visita de Obama ao Brasil


enviado por Vera Vassouras (extraído de kaosenlared.net)

HORA DE DESINFETAR O BRASIL

Epidemia Obama
Laerte Braga

É óbvio que os “analistas” da GLOBO vão passar a semana inteira analisando os desdobramentos da visita do terrorista Barack Obama ao Brasil. “Especialistas” em moda vão se esmerar em explicar a “elegância” de Michele Obama. Diplomatas com larga experiência no século XIX vão ser chamados a falar sobre os acordos assinados, os que não foram assinados e as perspectivas para o futuro, enfim, toda a parafernália de sempre, todo o espetáculo que acabou murchando com sucessivos cancelamentos, troca de “agenda” – como gostam de dizer – e, ao final, evidente, acentuar que o Brasil deve tomar os rumos ditados pela realidade de uma nova ordem onde os mísseis falam mais alto.

Ou como disse o extraordinário Celso Amorim – “o problema é que os americanos querem resolver tudo como se fossem cowboys” –.

Em meio a essa barafunda de espetáculos é possível que Fernando Henrique Cardoso saia do sarcófago e escreva um artigo a ser publicado na edição brasileira do O Globo - The Globe - e na Folha de São Paulo (o jornal da “desova” da ditadura militar).

VEJA então! Deve sair impressa nas cores da bandeira de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A.

O xis da questão é outro. Como impedir que mais uma epidemia se alastre pelo País e contamine milhões de brasileiros. Os efeitos são letais à soberania nacional e a integridade de nosso território? Como acordar a presidente Dilma Rousseff do sonho Ana Maria Braga e do terror de sua omelete? Não é possível que Dilma saiba apenas fazer uma omelete. Se for assim estamos fritos. E com baita risco de colesteróis elevados.

Desinfetar e descontaminar o Teatro Municipal no Rio de Janeiro. O Palácio do Planalto em Brasília. Os locais onde o genocida esteve na Cidade de Deus. O campo do Flamengo (o time no domingo já não conseguiu ganhar da Cabofriense e pode ser atingido pelo míssil Adriano, efeito devastador).

Não me lembro de ter lido sobre o terrorista no Cristo Redentor. Caso tenha acontecido vai ser necessário bem mais que um descarrego. A força de todos os Orixás será fundamental para evitar que as maldições do ocupante da Casa Branca recaiam sobre os cariocas e por extensão aos brasileiros.

Não adianta apelar para Sérgio Cabral e Eduardo Paes, a dupla ainda está inebriada por ter conseguido uma foto ao lado do presidente de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A.

Um pastor evangélico norte-americano queimou um exemplar do Alcorão em sua igreja, na noite de domingo, na cidade de Gainesville, estado da Flórida.

Terry Jones fez um “julgamento” do Corão dentro de sua igreja e o livro sagrado dos muçulmanos foi considerado “culpado” de várias acusações dentre elas a de assassinato.

Molhado com querosene foi colocado em um recipiente de metal no centro da igreja e queimou por dez minutos. Segundo o tresloucado terrorista “tentamos dar ao mundo muçulmano uma oportunidade de defesa de seu livro”.

Do alto de seu contato direto com o Criador afirmou ser “uma experiência daquelas que temos uma vez na vida”.

É um novo/velho apartheid.

A sociedade portadora do espetáculo não domina as regiões subdesenvolvidas apenas pela hegemonia econômica. Domina-as como sociedade do espetáculo. Nos lugares onde a base material está ausente, em cada continente, a sociedade moderna já invadiu espetacularmente a superfície social. Ela define o programa de uma classe dirigente e preside sua formação. Assim como ela apresenta os pseudos-bens a desejar, também oferece aos revolucionários locais os falsos modelos da revolução. O espetáculo específico do poder burocrático que comanda alguns países industriais faz parte do espetáculo total, como sua pseudo-negação geral e seu sustentáculo. Visto que em suas diversas localizações, o espetáculo mostra, com clareza, especializações totalitárias do discurso e da administração sociais, mas estas acabam se fundindo no nível do funcionamento global do sistema, em uma divisão mundial de tarefas espetaculares”
(Guy Debord, A SOCIEDADE DO ESPETÁCULO, Editora Contraponto, Rio de Janeiro).

Leitura obrigatória do Partido dos Trabalhadores na versão e nos seguidores chapa branca do governo Dilma Rousseff, três vezes ao dia pelo menos, até compreender. Da presidente também. Os sobreviventes do PT em sua essência ficam encarregados de fiscalizar a penitência.

O terremoto e os tsunamis no Japão dão lugar aos corpos de líbios mortos na ação “espetacular” dos modernos cruzados contra povos árabes e ao silêncio diante dos corpos de iemenitas barbarizados e mortos por um ditador aliado.

Aloísio Mercadante, Guido Mantega, Edíson Lobão, Fernando Pimentel e o presidente do Banco Central, como penitência e ato para se redimirem da covardia transformada em “coragem” tardia, agora tentando negar o fato da vassalagem explícita, poderiam, por exemplo, limpar todo o chão do Teatro Municipal e os banheiros também.

Um sacolejo em Dilma para sair do estupor do momento em que Obama pediu licença – em meio a uma conversa – e autorizou o ataque à Líbia. Uma resposta à altura do nível do desrespeito ao Brasil não teria atrapalhado o cabelo e nem a maquiagem.

Teria conferido dignidade ao governo dela.

Está em baixa.

Existe ainda o risco de aparecer no Domingo do Faustão e ser jurada dum trem qualquer. Aí é caso perdido. Chamem o doutor House e desliguem as máquinas.

Omo só não resolve, não desinfeta nada. Nem o tal de Harpic que mata “todos” os germes. Tem que ser soda cáustica pura e a velha e sempre útil creolina.

O líder de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A não discutiu a presença do Brasil no Conselho de Segurança da ONU em termos de uma cadeira permanente. É claro que não. Segundo um “especialista” desses que sabem tudo de uma coisa só e nada do resto, Obama emitiu sinais.

Sinais de que? De fumaça? Que se perdem no ar e se transformam em nada?

Na cabeça dos terroristas da Casa Branca o Brasil e os países da América Latina são ainda feudos, colônias dos EUA. Qualquer problema mais sério e um golpe de estado (como em 1964, ou agora em Honduras) resolve o problema, restaura a “ordem democrática” e o petróleo fica garantido.

Mas fez propaganda dos aviões da BOEING, na tentativa de transformar a FAB – Força Aérea Brasileira – em instrumento reserva para eventualidades de uma guerra aqui, outra acolá, necessidade vital do conglomerado para manter-se intacto e poderoso num mundo que chamam de globalizado e que Milton Santos (sempre é bom lembrar, notável geógrafo brasileiro classificou de “globalitarizado).

Que o digam os líbios. Os palestinos. Os iraquianos. Os afegãos. Os paquistaneses e agora os líbios. As milhões de mulheres, crianças, homens mortos nas aventuras terroristas do conglomerado mundo afora.

Um jornal inglês – ainda se salvam alguns do controle da mídia – publicou na edição de domingo, foto de soldados de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A em franca confraternização diante dos corpos de afegãos mortos em combate.

Como acontece sempre numa sociedade doente e que espalha sua doença para o mundo, o terrorista Barack Obama, qualquer dia desses, como fazem sistematicamente os presidentes do conglomerado, vai ler uma declaração lamentando que mais um maluco invadiu uma escola, um escritório, um comício e matou dezenas, centenas de pessoas sem motivo aparente.

Vai afirmar que o fato é grave e que precisamos repensar determinados valores.

É a lógica do espetáculo cínico da barbárie.

É hora de desinfetar o Brasil. E quem sabe cheirando um pouco de amônia Dilma Rousseff acorda para a realidade e percebe que o mundo não é uma omelete.

domingo, 20 de março de 2011

Sobre ministros que não "tiraram os sapatos"

Rodrigo Vianna 20 de março de 2011 às 12:54h

Desde o começo da manhã, aqui em Brasília, chegavam relatos de empresários brasileiros irritados pelo fato de passarem por revista conduzida por funcionários dos EUA. Isso ocorreu no Centro de Convenções Brasil 21 - onde ocorria a cúpula de negócios Brasil/EUA, com a presença de mais de 300 executivos dos dois países.

À tarde, Obama foi ao local, para fazer um rápido discurso. Ministros brasileiros também se deslocaram pra lá. E teriam que se submeter ao mesmo esquema de revista. Indignados, vários ministros brasileiros deram meia volta e foram embora. Confirmamos agora há pouco, com assessor de um deles, que os seguintes ministros recusaram-se a participar do encontro diante da insistência dos agentes dos EUA: Mantega, Pimentel, Mercadante e Tombini (do BC).

Os ministros, imagino, preferiram protestar em silêncio, para evitar confusão. Coube ao empresário Paulo Skaf dar a informação aos jornalistas: ele considerou absurdo que o governo tenha aceitado que toda a segurança ficasse a cargo dos EUA.

Por que o Itamaraty aceitou um esquema desses?

Outra pergunta: todos os ministros deram meia volta e foram embora? Ou alguns aceitaram tirar os sapatos pros gringos - como fez Celso Lafer durante o governo FHC? Sabemos de vários ministros convidados para o encontro, além dos 4 citados acima. Com a confusão e a dificuldade de acesso, até agora não foi possível confirmar se algum ministro brasileiro aceitou tirar os sapatos.

Vários jornalistas brasileiros também passaram por fortes constrangimentos.

Uma equipe de televisão conta que saiu do prédio para entrevistar um empresário. Ao voltar, foi barrada definitivamente - sem explicação. O tratamento para a imprensa dos EUA era diferenciado.

Agora há pouco, a “Folha.com” também noticiou o fato, acrescentando um nome aos que se recusaram a entrar: Edison Lobão.


Rodrigo Vianna é historiador formado pela FFLCH (USP) e é jornalista há 20 anos. Já trabalhou na Folha de S. Paulo, na TV Cultura, na TV Globo, e hoje está na TV Record de São Paulo.
Extraído de CartaCapital
Enviado por Dani Tristão

O VEXAME

Ministros brasileiros revistados por policiais dos EUA... No Brasil?!

Laerte Braga

Em menos de três meses de governo a presidente Dilma Rousseff quadruplicou o feito do governo Fernando Henrique Cardoso e com um agravante. O ex-ministro de FHC Celso Láfer foi revistado no aeroporto de New York. Os quatro ministros brasileiros, Guido Mantega, Edison Lobão, Aloisio Mercadante e Fernando Pimentel foram revistados em território brasileiro, por agentes norte-americanos, pouco antes do discurso do terrorista Barack Obama, no encontro da Cúpula Empresarial Brasil-Estados Unidos.

A notícia foi divulgada pelo jornal ESTADO DE SÃO PAULO e no blog do Noblat. A despeito de terem abandonado o encontro os ministros não reagiram à revista e só deixaram o local ao perceberem que a língua a ser usada no encontro seria a inglesa.

A mais absoluta falta de dignidade dos quatro.

A visita de Barack Obama ao Brasil é um escárnio, um insulto à soberania nacional, não tem nada ver com encontro de chefes de governo e estados, mas de show, de espetáculo para definir direitinho que manda.

Não se sabe se Mantega, Lobão, Mercadante e Pimentel saíram do local de quatro ou se conseguiram ficar de pé e se mostrarem bípedes.

Qualquer governo decente, com um mínimo de respeito por si próprio, pelo País e pelos brasileiros, naquele momento, ou no momento seguinte, o do conhecimento do fato, teria exigido a imediata saída do líder terrorista norte-americano do País.

O que é o Brasil afinal?

Retirar-se do encontro em sinal de protesto depois de aceitarem ser revistados não muda coisa alguma. São quatro figuras que empesteiam o governo de fraqueza, covardia, falta de dignidade e respeito por tantos quantos acreditam que sejamos uma nação independente e soberana.

O governo Dilma acaba antes de começar.  

Obama e sua gang pisaram, sapatearam e continuam a fazê-lo no Brasil e nos brasileiros.

Treze brasileiros estão detidos – são presos políticos como na ditadura – por protestar contra a visita do genocida que agora mata civis na Líbia a pretexto de garantir direitos humanos e democracia.

Um jornal brasileiro – mídia privada colonizada e corrupta – noticiou ontem, sábado, que “Obama comanda a guerra direto do Brasil”. E o fez em tom de ufanismo, como se a barbárie de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A fosse motivo de orgulho para os brasileiros.

Barack Obama é um terrorista dissimulado, ao contrário de George Bush, mas nem por isso deixa de ser responsável por crimes contra a humanidade.

Chega a ser inacreditável que esse criminoso tenha pisado em solo nacional e tratado como majestade suprema do planeta.

O episódio envolvendo os quatro ministros, a prisão de manifestantes, todo o aparato de segurança da paranóia terrorista de norte-americanos – são doentes, uma nação doentia – é uma ofensa sem tamanho à nossa independência e à nossa soberania.

Espera-se que, com um mínimo de vergonha na cara e um resto de dignidade – se é que têm – que os quatro peçam demissão, sumam de Brasília e purguem esse ultraje longe dos olhos dos brasileiros.

A barreira que Dilma diz ter rompido não existe. O fato de ser a primeira mulher presidente não a absolve de três meses de absoluta e total incapacidade, traição, mesmo porque, a mulher brasileira não é assim.

O País foi humilhado, está sendo humilhado e toda a política externa construída ao longo dos oito anos do chanceler Celso Amorim está sendo jogada por terra por figuras sinistras e que não têm nada a ver com o Brasil, a começar pela presidente, passando por ministros execráveis, como os já mencionados, sem falar em Jobim, Moreira Franco e Patriota.

A simples menção de revista a ministros brasileiros é um desafio. Deveriam ter voltado, saído, naquele momento. Faltou-lhes coragem, porque falta-lhes compromisso com o Brasil, falta-lhes dignidade.

O governo Dilma é uma piada. Sem que se consiga rir ao fim.

Não é, por essas e outras, impensável ter certeza que o Brasil acaba de dançar no pré-sal. A vocação entreguista do governo, a visão estreita da presidente, o deslumbramento com o cargo, a presença de agentes estrangeiros em funções chaves, o controle que o terrorismo norte-americano exerce sobre a mídia e a cumplicidade do empresariado nacional – empresários são apátridas – todo esse estado de submissão nos leva a uma simples conclusão.

O poste que Lula elegeu é uma cobra traiçoeira e de veneno fatal.

No duro mesmo, diante da opção José Serra e Dilma Rousseff, se percebe agora, que os brasileiros – e o próprio Lula – foram ludibriados pela cópia cuspida e escarrada do tucano paulista. As elites perceberam que a cópia – Dilma – acaba sendo melhor (para eles) que o original (Serra).

Na Líbia, a pretexto de criar uma zona aérea de exclusão para defender os rebeldes da tirania do ditador Muammar Gaddafi, os norte-americanos e suas colônias européias matam civis indefesos com bombardeios inconseqüentes como fazem diariamente no Afeganistão, fizeram no Iraque, no golpe em Honduras, em todas as partes do mundo onde seus interesses nos “negócios” são contrariados.

São terroristas, são bárbaros, primitivos, os Estados Unidos da América do Norte são a mais cruel e sanguinária ameaça a humanidade e Obama é parte disso.

O Brasil neste fim de semana inclui em sua história páginas de covardia e submissão.

E o governo Dilma, do ponto de vista dos interesses nacionais, acaba sem começar.

O que se assiste nesta “visita” do terrorista Barack Obama é uma invasão do território nacional. Uma série de abusos inaceitáveis por um governo, qualquer que seja, que se respeite e respeite ao seu povo.

É preciso pensar se os brasileiros serão capazes de suportar quatro anos com uma presidente sem rumo – ou com rumo diferente do que anunciou em campanha – e com ministros que não hesitam em submeter-se ao vexame de uma revista em pleno território nacional e por agentes estrangeiros.

É um vexame que indigna. A suposta reação dos quatro abandonando o local foi tardia. Não deveriam sequer ter entrado.

sábado, 19 de março de 2011

O “NÃO” DE LULA

 O “SHOW” DE OBAMA

Laerte Braga
Laerte Braga


Em outubro de 1988 o então presidente José Sarney embarca para uma visita a União Soviética. É recebido pelo secretário geral do Partido Comunista e ao chegar ao Brasil declara aos repórteres que “é o Gorbachev espargindo democracia por lá e eu por aqui”.

Luís Inácio Lula da Silva, ex-presidente e responsável pela eleição de Dilma Rousseff, disse “não” ao convite para participar do almoço em homenagem ao terrorista norte-americano Barack Hussein Obama, presidente de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A, ora em vista ao Brasil.

Todos os outros ex-presidentes vivos, foram, inclusive Fernando Henrique Cardoso (deve ter servido de intérprete).

Lula, segundo dizem os jornais da mídia privada teria revelado que não queria “tirar os holofotes da Dilma”. A declaração em sua interpretação correta é maldosa e perversa em relação ao ex-presidente.

Quando Guido Mantega, uma semana antes da posse de Dilma, anunciou medidas que seriam tomadas pelo novo governo, tomou uma baita bronca pública de Lula. Entre outras coisas Lula disse que nada daquilo seria feito e que até aquele momento o presidente da República ainda era ele.

Mantega, hábil na arte de “explicar até para o porteiro do prédio”, chamou a imprensa, se desdisse e evitou um problema maior. Os que têm conversado com Lula ao longo desses quase três meses longe da presidência, sabem que naquele momento o líder sentiu a primeira facada. Não diz, mas deixa escapar.

Há um processo de desconstrução de Lula. Não é do PT e nem de Dilma. Não significam nada diante da força do ex-presidente. É maior que todos eles.

As elites brasileiras aceitam e toleram a democracia até um determinado limite e supor que em 2014 Lula possa voltar está no item inaceitável, intolerável.

No governo Dilma Rousseff temos os primeiros presos políticos do país desde o fim da ditadura militar, na farsa do coquetel Molotov atirado contra o consulado norte-americano no Rio, numa manifestação promovida por um partido de esquerda. O PSTU.

A velha e requentada história do Riocentro. A quem interessa?

Segundo Dilma Rousseff em seu pronunciamento hoje pela manhã, ela e Obama rompem barreiras. O primeiro negro eleito presidente dos EUA (Dilma não notou a graxa porque não quis e nem quer) e ela, a primeira mulher eleita presidente do Brasil.

É Sarney, presidente do Senado, aliado de Dilma, presente ao almoço, que esparge democracia pelo Ocidente.

Passados vinte e dois anos o ridículo se repete. Poder tem dessas coisas, deslumbra. Um poste se atribui dimensões históricas que não tem.

Lula não foi ao almoço, entre outras coisas, para deixar claro seu repúdio às políticas de Obama em relação ao Brasil (não quis visitar o País quando ele era o presidente) e não poucos ouviram do ex-presidente (que tem feito o possível para se segurar) que “isso está parecendo uma grande palhaçada”.

Não sei que tipo de atitude a direção nacional do PT vai tomar contra o ex-presidente, levando em conta a orientação para que a manada não participe de protestos contra Obama (felizmente boa parte resolveu não acatar a arbitrariedade).

Linhas e entrelinhas das poucas e esparsas declarações do ex-presidente demonstram que Lula já percebeu que estão tentando desmontá-lo e Dilma não está infensa ao processo. Pelo contrário.

Sonha com a reeleição em 2014.

Quer romper mais barreiras.

Aceita, tem aceito, docemente, o caminho traçado pelas elites que entre outras coisas passou por Ana Maria Braga, Hebe Camargo, receita de omelete, políticas neoliberais sem restrições e mudanças drásticas na política externa do País.

E é um caminho que vai percorrer com calma, sabe que não pode enfiar a faca de uma só vez, afinal sem Lula nem síndica de prédio seria.

O PT, em boa parte, embarca na armadilha e monta patrulhas ideológicas para denunciar golpismos, etc., no velho estilo stalinista de fazer política, todos montados em cargos públicos e que tais. Sobram os que guardam os ideais de outros tempos. Não são poucos.

O tal chapa branca.

Quando tomou conhecimento da invasão alemã o líder soviético Stalin refugiou-se num quarto do Kremlin com algumas mulheres, varias garrafas de vodka durante alguns dias e quando Kruschev foi tímida e temerosamente chamá-lo, ouviu o seguinte.

“Calce as minhas botas, vocês são uns covardes, me odeiam, tiveram esses dias todos para me derrubar e não o fizeram”. Estendeu os pés e Kruschev calçou-lhe as botas.

Justiça seja feitas, Stalin ganhou a guerra destroçando os alemães em território soviético sem aquele negócio de Hollywood que os norte-americanos eram e são perfeitos em armar.

Regina Antunes, professora, 59 anos, dona de uma creche em frente à Praça do Lazer nas imediações da Cidade de Deus conta que foi procurada por três pessoas nesta semana que se finda. Um policial civil, um militar e uma mulher representando a organização terrorista Casa Branca (sede do conglomerado). Queriam que atiradores de elite ocupassem a laje de sua creche, pois o carro de Obama passaria pela Avenida José de Arimatéia. A praça onde está a creche fica em frente.

Como se recusasse foi ameaçada pelos policiais de ser obrigada a aceitar a decisão a partir de uma ordem judicial.

“Eles desrespeitaram o meu direito, a minha propriedade. Eu poderia até liberar, dependendo da conversa deles, mas resolveram me ameaçar e agora é que não quero mais conversa, estou revoltada com essa situação”.

A parte do filme “Obama e os pobres do Brasil” fica com essa mancha, prejudicado. Devem consertar na montagem, nos efeitos especiais.

Ivonete Ferreira, 62 anos, moradora da Cidade de Deus, num local de onde se avista o palco do show de Obama, não aceitou a presença de atiradores de elite em sua laje. Mostrou-se indignada com a forma como foi tratada.

A CUFA – CENTRAL ÚNICA DAS FAVELAS – entidade com maior presença na Cidade de Deus, não participará do evento e nem de sua organização. Celso Ataíde, presidente da entidade, disse ao jornal FOLHA DE SÃO PAULO que “Obama continuo te amando, mas não dá para aceitar o comportamento arrogante dos mensageiros da Casa Branca”

O rapper MV Bill, um dos criadores da CUFA, anunciou sua desistência (estão tentando demovê-lo disso) de participar da recepção ao terrorista Barak Obama, antes da entidade tomar posição idêntica. “São abusos e exageros na favela. Estão querendo fazer um zoológico”.

A Casa Branca se recusou – seus representantes – a discutir a visita com lideranças comunitárias e depois, assustada com a quantidade de mensagens de protestos, tentou restabelecer o contato sem conseguir.

“Querem esvaziar as ruas da comunidade no domingo e revistar qualquer pessoa que venha sair de sua residência, até mesmo crianças”.

Uma das grandes preocupações da mídia, sobretudo GLOBO, principal veículo de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A, são os modelitos de Michele Obama.  “Especialistas” estão explicando, ressaltando e elogiando a “elegância” da primeira-dama.

“É/a gente não tem cara de panaca/a gente não tem jeito de babaca/a gente não está com a bunda exposta na janela...” Bela lembrança da jornalista Ana Helena Tavares (no Facebook), a guerreira composição de Gonzaguinha.

Sarney e Dilma em tempos diversos perderam a noção da realidade, de seus tamanhos reais.

Lula segundo alguns não foi porque tinha um aniversário, segundo outros para não tirar os holofotes de Dilma e assim por diante.

É que está sentindo no peito a faca entrando.

Percebe a metamorfose do que, de fato, foi poste, em cobra. Não está conseguindo ser companheira. Nem deve se lembrar mais disso.  

Ah! Um detalhe. Perguntado sobre o cancelamento do comício na Cinelândia, o general Sardenberg, responsável pela área, disse que não sabia e nem estava entendendo nada. Eis que surge um general que sabe alguma coisa, pensa e é capaz de dizer. É irrelevante aqui se ele é pró, contra, muito antes pelo contrário. Mas relevante o que disse e como.

Pingo é letra.

“Vejam só, Obama vai dormir duas noites no Rio. Que bacana!” – contribuição de Sérgio Cabral, governador do Rio ao Festival de Besteiras que Assola o País – E olha que o pai do governador, também Sérgio Cabral, era amigo do criador do FEBEAPA, Sérgio Porto – Stanislaw Ponte Preta –. Não aprendeu nada.

Ser der tudo errado por que não levar Obama ao programa do Faustão? Pode ser jurado, pode dançar com Susana Vieira, participar de um monte de quadros.

VÁ FALAR EM MADISON, OBAMA! A DIREÇÃO DO PT AJUDA...

Laerte Braga

Laerte Braga


A pretensão da verdade absoluta tomou conta do esquema “chapa branca” do PT – Partidos dos Trabalhadores –. Os militantes do partido estão proibidos de participar de qualquer protesto contra a visita do líder terrorista Barack Hussein Obama ao Brasil, neste final de semana.

O que já se sabia desde que os militares norte-americanos exigiram a presença de atiradores de elites nas imediações e ao redor da Cinelândia no Rio acabou contado em todos os detalhes pelo colunista Ancelmo Góis, na versão brasileira do jornal THE GLOBE.

A inteligência de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A havia chegado à conclusão que eram inevitáveis e não poderiam ser controladas as manifestações contra Obama no seu “discurso ao povo brasileiro”. Aquele negócio de Sérgio Cabral – “Obama vai dormir duas noites no Rio, olhe que bacana” –    

O presidente do conglomerado terrorista contava com o seu discurso repercutindo em todo o mundo e particularmente nos Estados Unidos onde, ano que vem, vai enfrentar dura campanha eleitoral tentando reeleger-se. A perspectiva que as manifestações exibissem em redes sociais, ao vivo, os protestos no Brasil e o medo de um tumulto com conseqüências mais graves, mesmo a despeito do protesto e das choramingadas do governador do Rio e do prefeito da capital, acabaram por transferir o tal discurso “ao povo brasileiro”, num pronunciamento fechado a convidados especiais (elite e naturalmente a direção nacional do PT) no Teatro Municipal.

Para o povo, se der tempo, telões na Cinelândia.

Wladimir Palmeira, um dos fundadores e líderes históricos do PT acusou a direção do partido de aceitar uma realidade contra a qual sempre se bateu justificando com o pior dos argumentos, “agora somos governo”.

É um argumento de peso, já que, segundo alguns “especialistas”, faltam argumentos de peso para críticas ao governo Dilma. É possível que, nos próximos dias, uma balança especial capaz de medir argumentos seja importada do conglomerado e aí se tenha a definição sem meias voltas em torno do nada, do que é ou não argumento de peso.

A decisão da direção nacional do PT não chegou ainda ao nível da ação de Muammar Gaddafi contra os rebeldes líbios, mas tem a mesma raiz e traz embutida a mesma pretensão de divindade para os que comandam e a relação com manada chamada “chapa branca”.

As resistências, para salvar o partido, felizmente, são muitas. Militantes rebeldes estão propondo uma “vaquinha” para pagar o champagne das elites no Teatro Municipal.

No Chile, governado pela extrema-direita – OPUS DEI – os movimentos populares já começam a dar a partida aos protestos contra o próximo país latino-americano a ser visitado pelo terrorista.

Cínico e sem nenhum respeito por coisa alguma o presidente do conglomerado EUA/ISREAL TERRORISMO S/A conta reiniciar nas conversações com a presidente Dilma Roussef um tratado de livre comércio, cunha da qual têm se valido desde o fracasso da proposta de ALCA – ALIANÇA DE LIVRE COMÉRCIO DAS AMÉRICAS –

O governo de El Salvador, semana passada, anunciou que o tal tratado não trouxe benefício nenhum ao seu país e “só aumentou a nossa dependência”.

No caso do Brasil os olhos de Obama estão postos no petróleo do pré-sal. A conversa da “diversificação”, negócio de “portfólio”.

No Japão, sem nenhum respeito pelos japoneses comuns, as elites registram altas na bolsa de Tóquio. As empreiteiras são as grandes favoritas, pules da vez, todas de olho na reconstrução do país. A despeito da crise e em movimento inverso ao lógico, o capital de investidores estrangeiros está se preparando para o boom que se seguirá a tragédia.

É o capitalismo.

É o terrorismo numa de suas várias formas.

O ser humano transformado em mico de circo onde o domador atualmente é Barack Obama.

A GLOBO, uma das principais empresas do conglomerado no Brasil não fala uma linha sequer sobre os motivos reais do cancelamento do “comício para o povo brasileiro.” O prejuízo é grande e a busca agora é para minimizar os estragos.

Uma das ameaças persiste apesar de tudo. Obama vai descer no campo do Flamengo. O clube brasileiro de maior torcida e em plena ascensão depois de um período de turbulência pode sofrer e o sofrimento será inevitável se o terrorista vestir a camisa do clube.

Obama deveria tentar falar em Madison, ou em uma das várias cidades do seu país onde ocorrem manifestações contra arbitrariedades de governos estaduais, quebra de suas promessas, explicar o dinheiro doado por Muammar Gaddafi para sua campanha, supressão de direitos trabalhistas, verbas de saúde e educação e de quebra convidar a direção nacional do PT.

É possível que consigam que os dirigentes do partido ensinem trabalhadores norte-americanos a se calarem porque “agora somos governo”.

É só não levar Guido Mantecca, ministro da Fazenda de Dilma, do contrário ele vai querer explicar tudo até “ao porteiro do prédio”.

O que era para ser uma chegada de Alexandre o Grande ao Brasil e uma conquista transformando o país em BRAZIL,está terminando em comédia pastelão.

Mas, apesar disso, olho vivo. Por trás dos bastidores, “coisas” podem ser assinadas sem que o distinto público tenha conhecimento.  

O povo?

Na cabeça dessa gente toma sorvete com a testa e lambe com os olhos.

Estão entregando o ouro todo ao bandido e acham que a crítica é “golpe branco”. 

Vai falar em Madison Obama. Se conseguir

Noticiário completo e de peso no blog de Maria Betânia.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Obama na Cinelândia?! Como assim?! Obama who?!

Da série “Nenhum jornalismo é necessário” (mas o “jornalismo” no Brasil, além de desnecessário, é muuuuuuito ruim)
Opinião consolidada na Vila Vudu e redecastorphoto

Informação útil é informação que vem do mundo próximo (como esse postado), mesmo que seja uma espiadela em mundo muito, muito distante (como esse postado espiando o pintor que espia a pintura, espiado pelos personagens da pintura que o pintor não vê, por mais que se aplique – lição de anatomia da lição de anatomia da lição de anatomia, verdadeiro tratado da anatomia da luta, sempre perdida, do desejo de ver o mundo). O fato não existe. O fato ri do jornalismo.


Informação “da Reuters”, “da BBC”, “do nosso correspondente no ex-jardim do ex-reator ex-atômico e já explodido” ou na ex-cidade que o tsunami varreu do mundo, ou “imagens colhidas pelas câmaras de segurança no assalto” e/ou opinião-de-Danuza sobre fissão nuclear e visita de Obama não vale um réis de mel coado. O fato não existe.

Reproduzir imagens de câmeras de segurança, como fazem TODOS OS “NOTICIÁRIOS” DA TELEVISÃO BRASILEIRA, sem faltar um, como se nisso houvesse algum jornalismo, é como por no ar, em horário nobre, o bilhete-de-despedida, bilhete-de-suicida, do jornalismo brasileiro. 

Obama já era. Chega, no Brasil mais extemporâneo que Sinatra, MUITO mais sem sentido que Michael Jackson. 

NADA pode ser mais ridículo no planeta, hoje, que Obama, frente ao Municipal do Rio de Janeiro, falando ao povo na Cinelândia. Que povo? Que Obama? 

Melhor faria aquele hilário Departamento de Estado – e o governo brasileiro – se pussessem Obama lá dentro, de vez, logo, no palco do Teatro Municipal, fantasiado de personagem bufo de alguma ópera extemporânea, casamento de “Ases Indomáveis” e... West Side Story? De Madame Butterfly... e Inside Job?! Pluft, o Fantasminha... e matança de civis no Afeganistão?! 

Há alguns meses, passeei, uma tarde, pela Cinelândia, saída, eu, do Museu Nacional, dia de férias no Rio de Janeiro. Tomei um chopp em homenagem ao meu falecido pai no (hoje) “Vermelhinho”, sucedâneo do nunca assaz elogiado “Amarelinho”, que meu pai nunca esqueceu, nem depois de 60 anos de ele não por os pés na Cinelândia. Da mesa, avistei, num canto do Largo da Cinelândia, uma bandeira do Hamás. 

Era uma barraca, dessas de feira, onde se vendiam camisetas, bottons, bandeiras e adesivos, fazendo dinheiro para mandar para a Palestina Ocupada. 

Conversei um pouco com os rapazes ali (gente de pouca conversa, uns homens bonitos, isso sim), comprei camisetas “Pela Palestina Livre”, “Palestina para os palestinos” e – camiseta imortal e imatável – “Yankees go home!”, uns adesivos do Hamás e do Hezbollah e segui adiante, confiante que, sim, a Cinelândia ainda é praça interessantíssima. 

Agora... ISSO! E de quem, diabos, foi a tresloucada ideia de por Obama a falar ao povo na Cinelândia?! Quem sugeriu?! Quem concordou?! Quem mandô? Quem se ajoelhô, pôs-se de quatro, levantô o rabo?!

Aliás... Que Obama?! Por que não um príncipe coroado-lá daqueles?! Ou um sultão daqueles?! Por que não a Hilária?! Por que não na Cracolândia?! Por que não penduram uma placa “Pentágono”, logo, de vez, no pescoço do Cristo Redentor?! 

Sinceramente, queria saber o seguinte, a sério: POR QUE, DIABOS, TIRAR OBAMA DE BRASÍLIA e metê-lo na Cinelândia, no Rio de Janeiro? Alguém pode me explicar isso? Que total loucura é essa, agora, de por esse Obama-nada, a discursar na frente do Teatro Municipal, na Cinelândia, no Rio de Janeiro?! Enlouqueceram todos? 

Que Obama? Quer o que, aqui, o dito Obama? Por que não vai discursar em Gaza? Por que não se mete a fazer frases, por exemplo, no Bahrein? Por que não se mete a fazer discursos, por exemplo, lá mesmo, perto da casa dele, em Madison, Wisconsin?! Por que não se mete a discursar, o Obama, digamos, boa ideia, sim, sim... em Chicago?!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Obama não é o cara


Publicado em 16/03/2011 por Mair Pena Neto


A eleição de Barack Obama foi importante para os Estados Unidos e para o mundo após a ressaca dos anos Bush e como contraponto a movimentos conservadores perigosos, estilo Tea Party, mas sua figura, por enquanto, é para consumo interno e não para discurso na Cinelândia.

Obama tem feito esforços louváveis, como ampliar a cobertura de saúde aos americanos, mas na política externa deixa a desejar. Durante sua campanha à presidência dos EUA, prometeu fechar a prisão de Guantánamo, em território cubano, e não só não cumpriu, como proibiu a transferência de suspeitos de terrorismo presos lá para julgamento nos EUA. Centenas de pessoas continuam presas em Guantánamo sem acusação formal, acesso a advogados e a julgamento.

O seu governo foi uma barreira na tentativa de resolução da questão nuclear iraniana, promovida pelo Brasil e pela Turquia, e pressionou constantemente o Brasil a condenar o Irã na ONU, enquanto não levantava uma objeção sequer aos governos da Tunísia, Egito, Líbia ou Bahrein, só para citar os mais convulsionados recentemente por revoltas populares contra dominações despóticas. Obama manteve o mesmo critério seletivo sempre adotado pelos EUA para suas condenações a outros governos.

Na relação comercial, os produtos brasileiros são altamente taxados, enquanto os EUA subsidiam sua produção agrícola de forma lesiva à concorrência internacional. Não raro é preciso ir à Organização Mundial de Comércio, onde o Brasil obteve condenações importantes à política protecionista dos EUA.

O que justifica, então, um discurso público de Obama no Rio, em plena Cinelândia, palco de grandes manifestações políticas de nossa história? Nada, além do interesse norte-americano de vender mais produtos ao Brasil e mostrar que dá alguma importância ao país e à América Latina, além da quarta frota que nos ameaça.

Para atrair público haverá show musical, e “espelhinhos” já estão sendo distribuídos aos “índios”, como iPads ofertados pela embaixada dos EUA. É tudo jogo de cena, com o deslumbramento da mídia tupiniquim, que aproveita para reforçar seu discurso do que seria uma mudança de orientação da política externa brasileira com a substituição de Lula por Dilma.

Nos últimos anos, o Brasil passou a ter uma política externa soberana, que elevou sua importância no cenário internacional e incomodou os Estados Unidos. As questões que realmente importam entre Brasil e EUA serão debatidas por seus diplomatas. Obama não tem nada a dizer ao povo brasileiro. Seria bom que a UNE e outros setores organizados aproveitassem a irreverência do Carnaval recém-encerrado para protestos bem humorados. Afinal, a praça ainda é do povo, apesar do forte esquema de segurança que está sendo montado na Cinelândia.