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quarta-feira, 9 de março de 2011

Não duvidem dos compromissos assumidos pela nossa presidenta

Quarta-feira, 09 de Março de 2011 - 17:36

Em pleno Carnaval me deparei com um texto do Maurício Caleiro (Dilma e o retrocesso que a direita adora), que a rigor tem se mostrado nas últimas semanas um tanto quanto 'desgostoso' com os primeiros passos do governo Dilma Rousseff. Há poucos dias chegamos mesmo a debater os rumos econômicos nos limitados 140 do Twitter. De fato pouco avançamos no convencimento mútuo até que ele tentou me mostrar qual era a “verdade”. Como eu não confundo opiniões com verdades, encerrei por ali. Diante desse novo texto e incentivado por alguns colegas resolvi contrapor alguns de seus argumentos no blog.

Presidenta Dilma Rousseff
Inicialmente ele cita uma suposta volta ao que ele chamou de 'economicismo'. Segundo Caleiro, a política econômica do nascente governo Dilma dá sinais de volta ao "velho neoliberalismo via corte de R$50 bi do Orçamento, suspensão de concursos e de contratações e anúncio de que a meta é zerar o déficit nominal".

Eu gostaria de entender como podemos voltar para onde nunca estivemos. Se ele está se referindo à Era FHC, sinto lhe dizer que economistas adeptos da linha liberal (ou neoliberal se preferir, pois de resto este é um conceito bastante vago) ficariam ruborizados em terem suas teses confundidas com o governo Fernando Henrique Cardoso. A política econômica de FHC no pós real foi um desastre, mas com um nível de intervenção inimaginável para o receituário de um Roberto Campos ou mesmo do jovem Rodrigo Constantino.

Imagine se tucanos ou neoliberais aprovariam os aportes que Mantega tem anunciado para o BNDES? Que política neoliberal é essa com tão agressiva política industrial? Leio todos os dias na imprensa comentários críticos ao suposto caráter "contraditório" do pacote anunciado. Como sempre, questão de ponto de vista.

Cortes no Orçamento - É preciso entender que não aconteceu nem de perto o corte de gastos exigido pela agenda neoliberal. Nem a fernadista Miriam Leitão ficou muito satisfeita. Uma analise mais detida dos números, me leva a crer que houve mais uma tirada do pé no acelerador, pois se Dilma em 2011 poderá gastar mais do que Lula em 2010, como podemos chamar isso de 'corte'. Temos sim alguma tesoura em gastos supérfluos de custeio, expectativas realistas de receita, um tranco no aumento do funcionalismo e principalmente um freio em despesas que não poderiam mesmo ser realizadas nesse ano fiscal. Sim, em grande medida o governo está sinalizando que quer diminuir o estoque dos restos a pagar. O que os fiscalistas estão chamando de "maquiagem", certos esquerdistas chamam de "política neoliberal".

E no caso específico do Programa Minha Casa, Minha Vida, é do que se trata. Como mostrei em post recente, a segunda fase do programa sequer foi aprovada pelo Congresso e o Orçamento destinado a ela na melhor das hipóteses se transformaria em restos a pagar para 2012. Ao mesmo tempo, o Orçamento do MCMV 1.0 já tem R$ 6 bi disponíveis para investimentos em 2011, valor maior que o supostamente 'cortado' agora. Os números são claros, não haverá solução de continuidade no programa, as metas habitacionais estão mantidas.

Segundo o economista Mansueto Almeida, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), "o bolo de despesas iniciadas em 2010 - incluindo aí restos a pagar de anos anteriores - cujo pagamento ficou para 2011 foi de R$ 128,8 bilhões". Esse valor não aparece no Orçamento de 2011, ou seja, o corte não o afetou. Pelos cálculos do economista-chefe da corretora Convenção, Fernando Montero, a quitação de atrasados em janeiro de 2011 pode ter sido da ordem de R$ 5 bilhões. Entendo que para ser de forma justa tachada de neoliberal, a dupla Mantega/Dilma deveria cortar o Orçamento em R$128,8 bi. Aí sim ela agradaria de fato esse ente chamado Mercado.

Outro ponto citado por Caleiro é "o salário mínimo merreca, que pode ser compensado no futuro, se seguido o acordo, o que duvido".

Como assim 'duvida'? O governo Dilma transformou esse acordo em Lei - contestada no Supremo pela oposição. Não há em condições normais de temperatura e pressão, hipótese dele não ser cumprido. Por outro lado, a correção 'merreca' em 2011 além de responder a esse acordo é uma medida prudente diante dos números da inflação. Eu sei que para muitos um pouco de inflação não faz mal a ninguém, mas o aumento de preços é sempre dramático para os que menos ganham. Se você costuma, como eu, comprar leite todas as semanas, sabe bem que o aumento dos preços, em plena safra, tem muito a ver com o aumento da demanda consequência direta da empregabilidade dos últimos anos. E que não dá mostras de arrefecer.

A atuação do ministro da Fazenda Guido Mantega, responsável por muitos pelas conquistas efetivas do segundo mandato de Lula, nesse início de mandato não deveria chocar tanto os devotos da heterodoxia radical, pois era ele o ministro do Planejamento, o ministro da tesoura, no primeiro ano do governo Lula, quando o aperto fiscal foi muito mais violento. Ainda mais se considerarmos que naquele período, diante da herança, não havia sequer estímulos privados para atender as demandas de investimentos, renda e crédito. Em 2003, o país cresceu 1% (na revisão) e os mais pessimistas esperam 4% para 2011, o que deixa qualquer previsão recessiva, uma piada. Nesse cenário, ainda termos uma forte criação de empregos, aumento da massa salarial e investimentos em infraestrutura.

Há um voluntarismo e uma urgência nessas críticas que não contemplam a real necessidade de um planejamento de médio e longo prazo. Em tudo na vida é preciso fazer alguns recuos que preparam novos avanços. As pessoas estão angustiadas porque estão sensíveis com o drama da sociedade. A dívida social é gigantesca, sabemos todos. O que não se pode é transformar sua justa angústia, que é fruto de solidariedade, em açodamento, trocar os pés pelas mãos e amanhã fazer uma bobagem que venha contra aquilo que já foi feito e considerado 'avanços'.

Não há o menor sinal de que é o "mercado quem dita os rumos do governo" e o legado de Lula se deve em grande parte a uma pouco reconhecida - pela direita e pela esquerda - política fiscal austera. Vou lembrar o que disse o ministro Paulo Bernardo em recente entrevista a blogueiros. "Os 5 maiores superávits primários das últimas décadas aconteceram no governo Lula", afirmou o Bernardo.

Presidenta Dilma Rousseff e Ana Maria Braga
Cooptação - Caleiro também perfila com os neo-indignados no que chamou de "aparições mulherzinha nos programas da Hebe e da Ana Maria Braga e a clara estratégia de cooptar a classe média conservadora, dispensando os radicais".

Não sei se estou entre os radicais, provavelmente não no olhar dele, mas um movimento de cooptação de uma classe média conservadora, não me afasta um milímetro de Dilma e seu programa. Pesquisas internas devem ter dito à nossa Presidenta em que nichos ela precisa entrar para manter nosso projeto de poder. Sua ida a programas populares voltados ao público feminino, na semana em que se comemora o Dia da Mulher, é um detalhe sem a menor importância política e não significa mudanças de rumo ideológico. Ao contrário, ajuda a diminuir sua distância em relação justamente ao eleitor menos politizado. Creio que os 'radicais' votaram em Dilma sem a menor confiança no seu taco e não tenho a menor preocupação com a cooptação de Dilma por essa "classe média conservadora". Seria menosprezar demais a inteligência de nossa Presidenta.

Caleiro acrescenta: "Dilma venceu as eleições, mas o programa que adotou é do agrado da velha mídia e da direita nacional".

Meus Ateus. Acho que voltei aos velhos debates - pré-Twitter - nas listas de discussão em 2003. A frase parece ter saído daqueles que lamentando o "paloccismo", poucos anos depois deixaram o PT para fundar o PSOL. Mas foi esse mesmo governo, com praticamente a mesma equipe que deixou o tal legado desenvolvimentista que deveria ser seguido por Dilma? O governo Lula nos oito nos, teve início, meio e fim; Lula II foi a continuidade possível a partir das políticas pragmáticas de Lula I.

Eu votei Dilma, não num anti-Serra, encerro, para governar o país nos próximos quatro anos - não apenas um - mantendo e aprofundando o legado das administrações Lula, e para preparar o caminho de sua reeleição em 2014. Assim como derrotaram Lula já em 2003 vão fazer o mesmo com Dilma em 2011? Tenho convicção de que pelo rumo da política econômica, ela está no caminho certo para cumprir os compromissos de campanha. Vamos chegar em 2012 com as contas em dia e o país pronto para pisar novamente no acelerador e os críticos estarão presos ao seu imediatismo.

Para twittar: Não duvidem dos compromissos assumidos pela nossa presidenta. http://bit.ly/icWc2W   #eblog (via @aleportoblog) 

Enviado por André Lux
Extraído do Blog do Alê

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Blogueiro que se julga o “dono da verdade esquerdista” tenta dar lição de moral no resto da blogosfera.

Pra cima de mim não, violão! 
Por meio do blog Maria Frô tomei conhecimento de um texto publicado por um tal de Maurício Caleiro, em seu blog Cinema & Outras Artes, que se porta como o porta voz de uma suposta “blogosfera iluminada” e ataca de forma genérica toda a blogosfera de esquerda (pois não dá nomes aos bois), como se fosse uma espécie de dono da verdade esquerdista (mais um!), daqueles que acham que estão acima do bem e do mal e por isso tem direito de tentar dar lições de moral em todos que discordam dele. Abaixo a minha resposta ao texto dele.
Esse aí se acha o “dono da verdade”...

Desculpe amigo, mas sou obrigado a discordar do seu texto, que é bem primário e cheio de inverdades por sinal.

Explico.

Primeiro, você apela para um sofisma para desqualificar a blogosfera ao afirmar que ela tenta "canonizar e beatificar" Lula. Não vi ninguém fazendo isso. O que vejo são simplesmente pessoas dando a Lula o crédito que merece: o de melhor presidente da história do Brasil - e isso nem era algo difícil de conquistar, já que os presidentes anteriores a ele (ditadores inclusive) foram muito, mas muito ruins. Desafio você a dar o link para todos esses textos que querem "canonizar" o Lula na blogosfera - até porque quem acusa tem que provar, a menos que eu tenha me enganado.

Segundo: você tenta qualificar como "herança maldita" o abacaxi que Lula deixou para Dilma como sendo fruto de incompetência ou de erros dele. Aí é ingenuidade sua.

Todos nós sabíamos que as coisas não andavam tão bem com a economia - em grande parte devido à crise gravíssima que o capitalismo mundial atravessa. Mas o fato é que ano passado era ano eleitoral e seria suicídio político para um governo (qualquer governo!) começar a tomar atitudes impopulares para tentar regular a situação - ainda mais quando o adversário da esquerda era um psicopata como Serra que ainda por cima contava com apoio total do PiG.

Dilma, portanto, sabia o que a esperava (assim como qualquer um com bom senso) e está fazendo o certo dentro das circustâncias: tomando medidas impopulares, porém necessárias, no início do governo quando ainda pode se dar ao luxo. Sim amigo, a política é algo complexo e é preciso jogar o jogo com lucidez e visão a longo prazo, sabendo a hora de atacar e de defender, algo que certamente incomoda muito os puristas e os ingênuos. Que bom que eles não estão no governo! Se eu estiver errado, por favor, me aponte UM governo no mundo inteiro que tomou medidas impopulares em ano eleitoral e mesmo assim elegeu seu sucessor. Um só está bom.

Terceiro. Você novamente apela para um sofisma para desmerecer aqueles que criticam o PiG sem tréguas ao dizer que ele possui milhares de profissionais ao seu serviço - muitos dignos do nosso respeito sim - porém "esquece" do principal: quem tem a palavra final do que sai e de que maneira sai no PiG são os editores chefes.

E aí a coisa complica, pois estes são pessoas da total confiança dos donos do PiG que, como todos sabemos, são reacionários, elitistas, autoritários, soberbos e antitrabalhistas até os ossos. Portanto, o trabalho daqueles “milhares”, no final das contas, tem muito pouco peso frente às decisões de meras “centenas”, talvez “dezenas”, de manda chuvas totalmente alinhados às doutrinas e ideologias de seus patrões.

Quarto. Você surta e rompe com Dilma porque ela teve a “audácia” de aceitar um convite da Folha para participar da comemoração dos 90 anos do jornaleco golpista.

Você e alguns outros encararam isso como uma traição. Direito seu ter essa reação, mas quem lida com política no mundo real e não apenas no mundo das idéias sabe que muitas vezes um gesto de grandeza fere o inimigo muito mais do que um gesto de violência.

Ao aceitar ir ao evento e ser a principal oradora, Dilma dá uma estocada de mestre em toda aquela corja de papagaios e capachos que tanto a agrediram só para agradar o chefinho deles. E uma estocada ainda maior no próprio chefinho! Afinal, todos tiveram que engolir a presença dela na festa deles como a PRESIDENTA DA REPÚBLICA, eleita democraticamente, a despeito de TUDO que fizeram para impedir tal ato.

Eu, se estivesse no lugar dela e com a experiência que tenho hoje, faria EXATAMENTE a mesma coisa. E sairia de lá gargalhando. Muito melhor do que dar uma de orgulhoso e não ir ao tal evento, só para no dia seguinte ser chamado de “pequeno”, “mesquinho”, “indigno de ocupar a Presidência da República” e outras ofensas que eles estavam loucos para escrever ao meu respeito, não?

Se amanhã eu virar Prefeito de Jundiaí e o Sindey Mazoni tiver que me convidar para a festa de aniversário do “Jornal de Jundiaí” eu vou comparecer com o maior prazer do mundo - com direito a tapinha nas costas e pose para fotos!

Por fim, o seu texto que tanto bate na blogosfera de forma geral (já que não tem coragem de dar nomes aos bois) e tenta de tudo para pintá-la como “radical”, “maniqueísta” e “simplista” é, no fundo, radical, maniqueísta e simplista ao extremo, além de demonstrar uma vontade imensa de provar algo que, cá entre nós, só interessa a você e ao seu psicólogo.

Desculpe a minha franqueza, mas minha ética de blogueiro me obriga a ser assim. Sem dizer que fogo amigo como o que você disparou só merece mesmo esse tipo de tratamento mesmo.

Fico pasmo, entretanto, com o número de pessoas bem intencionadas e inteligentes que concordou com tudo isso aí que você escreveu - alguns chegaram até a reproduzir em seus blogs!

Sinta-se livre para me ofender da melhor forma que você sentir necessidade.

Sem mais,

André Lux - blogueiro de esquerda (na alegria e na tristeza)

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

A campanha eleitoral acabou: estamos em guerra e cada um precisa fazer a sua parte!

Cabe a nós, militantes, contra atacar e neutralizar as mentiras propagadas. E para isso, temos que ganhar as ruas, conversar com as pessoas, mostrar a realidade. E pode ter certeza: com cinco minutos de papo você reverte essa situação. Eu sou testemunha disso!
- por André Lux, jornalista (http://tudo-em-cima.blogspot.com/)
Pessoal, a campanha eleitoral para Presidente acabou. Campanha é discussão de proposta, debate de idéias, apresentação de soluções para problemas. Esqueçam isso.

Estamos agora no meio de uma guerra. Uma guerra suja e nojenta, provocada por um sociopata sem qualquer escrúpulo que seria capaz de tratorar a própria filha para chegar ao poder: o sr. José Serra.

A guerra suja começou na internet, com o envio de milhares de emails repletos de mentiras, calúnias e distorções. Tudo isso saiu do mundo virtual e ganhou as ruas, com padres e líderes religiosos ligados ao que há de mais podre e retrógrado em nossa sociedade pregando abertamente o ódio e a intolerância contra Dilma e a esquerda.

Twitar, deixar mensagens no orkut, no facebook e mandar emails com contra informações e esclarecimentos é muito importante, mas precisamos também ir pras ruas, conversar com as pessoas - principalmente as mais pobres, pois esses ataques nauseabundos do Serra e de seus mercenários visam os brasileiros de baixa renda que são ultra regiliosos e estão sendo manipulados pelas mentiras disseminadas pelos canalhas a serviço do PSDB.

Tem muita gente que ganha bolsa família, tem filho na faculdade graças ao Prouni e comprou carro pela primeira vez na vida que pode deixar de votar em Dilma por causa das mentiras propagadas a respeito das posições de Dilma sobre o aborto!

Cabe a nós, militantes, contra atacar e neutralizar as mentiras propagadas. E para isso, temos que ganhar as ruas, conversar com as pessoas, mostrar a realidade. E pode ter certeza: com cinco minutos de papo você reverte essa situação. Eu sou testemunha disso!

Não adianta esperar uma reação eficaz do PT e de seus dirigentes agora. Esse pessoal ainda não acordou para a era digital e não tem noção da importância da internet, muito menos vai sair às ruas para enfrentar as mentiras de peito aberto. Eu conheço políticos do PT que estão no meio de mandato e, num momento crucial como esse, estão falando coisas como "Bem feito, quem mandou o PT escrever sobre a descriminalização do aborto na resolução tal de tal de mil novecentos e bolinha!". Parece brincadeira, mas não é.

Chegou a nossa hora. Ou ganhamos as ruas e fazemos acontecer ou corremos o risco de sermos tratorados pelo obscurantismo medieval que o sociopata José Serra e seus lacaios lançaram sobre o nosso querido Brasil.

Abaixo, repasso dicas valiosas sobre como atuar contra calúnias e boatos mentirosos na internet.


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Cada um precisa fazer sua parte
O endereço oficial na internet da campanha de Dilma Rousseff, criou uma central onde qualquer pessoa pode conferir se um boato recebido por email ou de ourta forma sobre ela é verdade ou é mentira. O endereço é esse:
www.dilma13.com.br/verdades

Se você ficar sabendo de outros boatos, denuncie lá no botão contato, ou na área de comentários.

Denunciar na central oficial também é importante. Mas não se limite a isso, esperando que os outros façam tudo. Nossa maior força é a militância popular, é cada cidadão exercer seu papel de garantir nossa cidadania.

Se receber email de pessoas conhecidas que mereçam respeito, contendo mentiras, responda com a verdade, com seriedade e educação. A melhor forma de convencer algum amigo de boa vontade, mas que esteja mal-informado, é com seriedade e educação.

Faça mesmo fora do mundo virtual, nas conversas pessoais.

Se receber um email que contém crime, denuncie. Atribuir a uma pessoa crime que a pessoa não cometeu, é crime de quem acusa. Em caso de candidatos em eleições, é agravante, por que a ofensa não é apenas pessoal, mas perturbação à ordem democrática, sujeitando os criminosos a penalidades como formação de quadrilha, alarmismo, etc.

Denuncie na polícia federal:
http://www.safernet.org.br/

E ao Ministério Público Eleitoral (É crime divulgar mentiras sobre candidatos ou partidos para influenciar o eleitor): pge@pgr.mpf.gov.br

O email é prova material do crime. Basta reencaminhar. Quem souber como mostrar o código original da mensagem (com o ip de origem), envie estas informações também. Prefira fazer denúncias identificadas do que anônimas.
Atenção:
Se receber um email anônimo ou vindo de lista de spam, fazendo campanha positiva ou negativa, contendo crime ou não, denuncie ao Ministério Público Eleitoral.

1) Emails de pessoa física que expressam apenas opinião ou narram fatos verdadeiros não é crime, não devem ser denunciado para não atrapalhar as investigações sobre os verdadeiros criminosos.

2) Qualquer email contendo mentiras para convencer o eleitor é crime eleitoral, e deve ser denunciado ao PGE.

3) Emails em massa vindo de sistemas empresariais, independente de ser opinião ou não, seja para fazer campanha negativa ou positiva, quase sempre é crime eleitoral (conforme os Art. 57-C, Art. 57-D e Art. 57-E da Lei Nº 12.034/2009).