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terça-feira, 10 de agosto de 2010

CARREFOUR, COLGATE, GOL, FOLHA DE SÃO PAULO, GLOBO, VEJA, O BOA NOITE CINDERELA

Laerte Braga

O jornal FOLHA DE SÃO PAULO, da mesma empresa do DATAFOLHA, está às voltas com uma pesquisa de intenção de votos para presidente da República nas eleições de outubro próximo. A tarefa é permitir ao candidato José Arruda Serra manter o fôlego, enquanto espera o início do horário gratuito nas redes nacionais de tevê e rádio, com o pressuposto que assim dá gás ao tucano para reagir à frente que Dilma Rousseff abriu.

Estar às voltas com uma pesquisa nessa direção, intenção de votos, não significa estar em campo. O campo no caso da FOLHA DE SÃO PAULO e do DATAFOLHA é o que menos importa. O ajuste dos números para permitir uma situação de no mínimo empate técnico é o que conta, é o dever de casa.

Isso se levarmos em conta que os outros três principais institutos de pesquisas do País, IBOPE, VOX POPULI e SENSUS, deram frente expressiva a Dilma em suas últimas pesquisas. Pior que isso, mostraram a queda de Arruda Serra em estados onde era considera como líquida e certa sua vitória. Minas e Rio Grande do Sul, onde já está perdendo, além da queda em São Paulo, sua principal base eleitoral.

E mais ainda, aliados tradicionais como Arthur Virgílio que não atendem mais às ligações do tucano e aderiu de corpo e alma, publicamente, ao esquema amazonense que apóia Dilma.

Arruda Serra não usou COLGATE no debate de quarta-feira, quatro de agosto na REDE BANDEIRANTES, logo não estava com a tal proteção contra doze problemas bucais. Pelo contrário, exibiu dentes novos e ficou visível que falava de forma contida buscando adaptar-se àquela determinação de marqueteiros. Os tais dentes que ofuscam a visão quando a pessoa sorri de tão brancos que são. Toma água gelada a vontade por recomendação de dentistas contratados pela empresa.

E nem tem necessidade de tentar pegar algumas bermudas e calçados na REDE CARREFOUR, a que prende e entrega à Polícia cidadãos e cidadãs que, no desespero dos filhos sem roupas e descalços, tenta apanhar algumas.

No caso específico, empresas como o CARREFOUR têm polícias próprias dentro de suas lojas, atuam de forma brutal e violenta, submetem pessoas a constrangimentos de revistas sem qualquer escrúpulo e muitas vezes, como aconteceu com a COCA COLA em diversas ocasiões, colocam suspeitos em cárceres privados.

É prática da selvageria capitalista. Como é comum que emitam notas públicas dizendo que nada podem fazer, que o assunto está entregue à Justiça.

Uma das empresas mais mentirosas do País é exatamente o CARREFOUR. No anúncio ou nas revistas onde proclama ofertas, está lá que se alguém comprou e depois achou mais barato, o dinheiro será devolvido.

Tente isso.

Propaganda enganosa. Tem fiança? Vai preso?

Já leu ou ouviu, ou viu em algum veículo de comunicação que a propaganda da COLGATE induzida por dentistas é no mínimo sem qualquer ética, ou gerida pela ética dos negócios?

A mentira do CARREFOUR que devolve o dinheiro se você achar mais barato aconteceu?

É claro que não, ou alguém acha de boa fé, só pode, que GLOBO, FOLHA DE SÃO PAULO, ESTADO DE SÃO PAULO, VEJA, ESTADO DE MINAS, RBS, etc e tal vão se deixar tomar de indignação contra a GOL na pilantragem de vender um número maior de passagens que os lugares disponíveis, querer forçar as tripulações a trabalhar além dos limites mínimos de segurança para os consumidores, os passageiros, se são veículos voltados para essa mentira capitalista?

Essa ordem imposta de forma selvagem e criminosa contra os debaixo?

A tentativa de conduzir eleitorado como manada através de pesquisas para tentar eleger um candidato ligado e subordinado à quadrilha principal e às quadrilhas que compõem o entorno desse modelo bárbaro?

A mídia no Brasil, hoje, é mais ou menos como aquele pozinho que os caras colocam, filho de diretor da RBS (afiliada da GLOBO) faz isso, na bebida da vítima e depois estupram a vontade, sem qualquer preocupação, garantidos que não viram nenhum Nardoni da vida, ou Bruno, pois têm sangue azul dos blue ships das bolsas de valores do mundo inteiro.

O cara da VEJA, o tal de Mainardi, quando pressentiu que seria condenado pelo monte de mentiras ditas na revista contra o governo Lula e tudo o que contrariasse os interesses TUCANOS, DEM, FIESP/DASLU, deu o fora. Foi gastar o dinheiro ganho com a venda da consciência em delícias do exterior.

É só lembrar o caso do acidente com o avião da TAM. Em menos de meia hora William Bonner estava espumando contra a falta de ranhuras no aeroporto de Congonhas, até descobrirem que a empresa não fazia a manutenção adequada e a capa de VEJA estampar que o piloto fora o culpado de um avião com defeito num reverso e numa turbina. Já as vítimas...

Ou a omissão dessa mesma GLOBO, do mesmo Bonner, no acidente com o avião da GOL, noticiado meia hora antes pelo concorrente, para não tirar o foco do dossiê fajuto que iam apresentar e apresentaram na edição do JORNAL NACIONAL daquele dia, no desespero de tentar jogar a eleição presidencial para o segundo turno e eleger um pastel de vento corrupto como Geraldo Alckmin.

Num tem o caso da moça que passou um tempão presa por ter furtado uma caixa de manteiga para usá-la no pão nosso de cada dia de sua mãe?

O negócio dessa gente, COLGATE, CARREFOUR, FOLHA DE SÃO PAULO, GLOBO, VEJA, GOL, é entorpecer o consumidor, o cidadão, misturar o tal pozinho à bebida, vem em forma de JORNAL NACIONAL, pesquisas eleitorais falsas, Ana Maria Braga, Faustão, VEJA e ainda de quebra exibir o último requinte da tecnologia do capitalismo. É o boa noite Cinderela com tecnologia de ponta,

Aquele desinfetante que é mais inteligente que todos nós, pois não precisa ficar sendo apertado. De trinta em trinta minutos libera um pouco de perfume roubado à natureza. A casa fica cheirosa e o banheiro vira sala de visitas.

E até aprender isso o cidadão/consumidor, o objeto, fica para lá e para cá, trançando feito um idiota, pois segundo se anuncia o desinfetante inteligente reage à presença de humanos. Traça os huamnos.

Mas de trinta em trinta minutos.

Tranque a porta da cabine à chave, com cadeado, no caso de experimentar uma roupa, pois se o pessoal da COLGATE perceber que você está com um sujinho no dente vem correndo, invade e mostra a você que tudo pode ficar branco.

No caso de Arruda Serra arranjaram dentes novos, no milagre do transplante.

O que um cara não faz para ser presidente da República e na matemática de Roberto Campos e Paulo Maluf, investir cem milhões para buscar um bilhão em quatro anos.

E vender o País.

O que uma empresa como o CARREFOUR não mente para ludibriar o consumidor/objeto.

domingo, 25 de julho de 2010

As distorções da metodologia das pesquisas do Datafolha!

texto de Marcos Doniseti (adaptado pela redecastorphoto)


Os textos do Nassif que postamos no blog redecastorphoto , “A Falha do Datafolha ou a Folha do Datafalha” , demonstraram pelo menos uma grave distorção metodológica das pesquisas do Datafolha, que é o fato de que o instituto não entrevista eleitores que não tem telefone fixo e nem celular.


Esta é mais uma manipulação das pesquisas do Datafolha. Até agora, o que sabemos é o seguinte:


1) O Datafolha não entrevista eleitores na área rural, onde vive 15% do eleitorado brasileiro e na qual Dilma abre uma vantagem de 17 p.p. sobre Serra na mais recente pesquisa do Datafolha (Dilma 49% X 32% Serra).

Com isso, se reduz, artificialmente, o percentual de votos de Dilma e se eleva o percentual de votos em Serra no resultado, distorcendo os números finais da pesquisa.


2) O Datafolha não entrevista eleitores que não tenham telefone, o que resulta em que cerca de 25% a 30% dos eleitores brasileiros jamais serão considerados pelo instituto paulista, pois eles não possuem nem telefone fixo e nem celular.


3) O Datafolha não inclui a informação sobre quais são os partidos políticos de cada candidato em suas pesquisas.

Por isso sempre temos, em suas pesquisas, um percentual maior de pessoas que declaram que irão votar no “candidato do PT”, no “Candidato do Lula” ou no próprio Lula.

Nesta pesquisa Datafolha este índice foi de 8%. Já no Vox Populi (que informa o partido de cada candidato) este índice é de apenas 5%, diferença de 37,5%, bastante elevada, portanto.


4) O Datafolha não faz entrevistas em residências, como acontece com os demais institutos, preferindo entrevistar eleitores em locais públicos de grande movimento.

Com isso, eleitores que raramente saem de casa raramente são entrevistados pelo Datafolha.


5) O Datafolha nunca respeita a proporção correta de eleitores com base nos aspectos da escolaridade e do nível de renda.

Ele sempre entrevista um número maior de pessoas de maior nível de escolaridade e de maior nível de renda do que seria o correto.

Além disso, muitas vezes, como ocorreu nesta pesquisa mais recente e em anteriores, o Datafolha também não respeita a divisão da população pelos estados e regiões do país. Frequentemente, o estado de SP tem um número muito maior de entrevistados do que seria o correto.


Tudo isso explica porque as pesquisas do Datafolha dão resultados completamente diferentes daqueles apurados pelo Vox Populi e pelo Sensus, principalmente.

Com relação ao Ibope, o mesmo também possui várias das discrepâncias apresentadas pelo Datafolha (não informa o partido dos candidatos e não faz nenhuma entrevista em área rural) o que explica o fato de que suas pesquisas, quase sempre, dão resultados semelhantes aos do instituto da “Folha” do Friazinho, que é um notório apoiador e um dos grandes sustentáculos das candidaturas do tucanas.

Baseado em tudo isso, o que se pode concluir é que a metodologia das pesquisas do Datafolha está completamente “furada” e a credibilidade das mesmas é zero.



É mais fácil, portanto, acreditar em cegonha, no Papai Noel, no Monstro do Lago Ness e na Maldição do Faraó do que nas pesquisas do Datafolha.


Texto chupado do blog Guerrilheiros do Entardecer e adaptado pela redecastophoto

O Falha da Datafolha ou A Folha do Datafalha?

Conversei agora a pouco com Marcos Coimbra, do Vox Populi, para entender as discrepâncias entre os dados do Vox e do Datafolha e tirar as dúvidas finais sobre o tema.

A explicação é claríssima.

Dentre os diversos cortes a serem feitos no universo dos entrevistados, um deles é entre os com telefone e os sem telefone.

No caso do Vox Populi, as pesquisas pegam todo o universo de eleitores. No caso do Datafolha, há um filtro: só se aceitam entrevistados que tenham ou telefone fixo ou celular.

Há algumas razões de ordem metodológica por trás dessa diferença.

A pesquisa consiste de duas etapas. Na primeira, os entrevistadores preenchem os questionários com os entrevistados. Na segunda, há um trabalho de checagem em campo, para conferir se o pesquisador trabalhou direito.

No caso Vox Populi, o entrevistador vai até à casa do entrevistado. A checagem é simples. Sorteia-se uma quantidade xis de casas pesquisadas e o fiscal vai até lá, conferir se o entrevistado existe, se as respostas são corretas.

No caso Datafolha, é impossível. Por questão de economia, o Datafolha optou por entrevistar pessoas em pontos de afluxo. Como conferir, então, se o pesquisador entrevistou corretamente, se não inventou entrevistados?

Em geral, um pesquisador consegue fazer bem 20 entrevistas por dia. O Datafolha anunciou ter realizado 10.000 pesquisas em dois dias, 5.000 por dia. Dividido por 20, são 250 entrevistadores. Como conferir a consistência dos questionários? Só se tiver o telefone no questionário.

É por aí que o Datafolha escorrega. O campo telefone é de preenchimento obrigatório. Com isso, fica de fora uma amostragem equivalente a todos os sem-telefone.

Segundo Marcos Coimbra, do universo pesquisado pelo Vox Populi, 30% não têm telefone nem fixo nem celular. Se se fizer um corte dos entrevistados, para o universo dos que têm telefone, os resultados do Datafolha batem com os do Vox Populi – diferença de 1 ponto apenas.

Quando entram os sem-telefone, Dilma dispara e aí aparece a diferença.

É possível que, mesmo telefone sendo de preenchimento obrigatório, o Datafolha inclua os sem-telefones? A resposta tem que vir do Datafolha.

Se não incluir, está explicada a difença, o que compromete mais uma vez a reputação técnica do Instituto. Se diz que inclui, o caso pode ser mais grave e escapar das diferenças metodológicas.

Para dirimir as dúvidas sobre o Datafolha

Para dirimir de vez as dúvidas sobre as diferenças entre o Datafolha e o Vox Populi, enviei agora o seguinte email para Mauro Paulino, direto do Vox Populi.

Prezado Mauro Paulino,

Hoje abri uma discussão no meu Blog sobre as discrepâncias entre o Datafolha e o Vox Populi.

Com a ajuda dos leitores, resolvemos entender melhor o fator telefone. Depois, completei a análise com dados relevantes de Marcos Coimbira.

Em síntese, chegou-se à seguinte conclusão:

1. A amostragem do Vox Populi abrangeria o perfil definido pelo PNAD, através do sorteio de regiões e de casas. A entrevista é feita na residência do entrevistado. Já o Datafolha se basearia em questionários colhidos na rua.

2. Como toda pesquisa exige uma auditoria posterior, da próxima empresa, visando auferir a consistência dos questionários, no caso do Datafolha só entrariam pesquisados que tivessem telefone – fixo em casa, no trabalho ou celular.

3. Segundo o Marcos Coimbra, nas pesquisas do Vox Populi esse contingente representa 30% do universo pesquisado. E, aí, há uma votação maciça pró-Dilma. Segundo Coimbra, um corte nas pesquisas do Vox Populi, considerando apenas a população com telefone, o resultado seria semelhante ao da Datafolha. Confirmado esse dado, estaria aí a explicação para a discrepância nos resultados dos dois institutos.

Para tentar esclarecer os fatos, indago então:

1- Qual o tratamento dado pelo Datafolha aos pesquisados que não têm telefone?

2- As pesquisas são descartadas ou não?

3- Poderia fazer um corte nas pesquisas e apresentar os resultados para presidente em dois cenários: apenas com os entrevistados com telefone; e os entrevistados sem telefone?

4- No caso dos entrevistados sem telefone, caso suas entrevistas sejam utilizadas, como é feito para avaliar a consistência das respostas e se o trabalho do pesquisador foi de fato realizado?

5- Qual o número de pesquisadores utilizados na última pesquisa Datafolha?

extraído do Nassif

sábado, 3 de julho de 2010

O IBOPE/GLOBOPE MENTE

MONTENEGRO QUER RESSUSCITAR ARRUDA SERRA

Laerte Braga

Cristovam Buarque de Holanda foi um dos raros governadores de Brasília a ter equilíbrio, serenidade e competência íntegros em seu governo. Por essa razão talvez tenha se tornado um errático. Superestimou seu potencial em termos de eleições e acabou derrotado em 1998 para Joaquim Roriz (um dos políticos mais corruptos do Brasil).

Cristovam Buarque de Holanda era favorito à reeleição e num dado momento, como que num surto de besteira, cismou de manifestar publicamente apoio às candidaturas de Almir Gabriel e Eduardo Azeredo a governadores de seus estados, o Pará e Minas, já imaginando que, reeleito governador de Brasília tornava-se candidato em potencial a presidente dentro ou fora do seu partido de então, o PT. Como teve o apoio de Malan, ministro da Fazenda de FHC, foi incensado pelo próprio presidente à época para tentar abrir uma fissura no PT e impedir a candidatura Lula, ou debilitá-la para as eleições de 2002. Caiu na conversa da sereia tucana. Do faraó paulista.

Não se preocupou em fazer campanha para a eleição que disputava, a de governador de Brasília. Falou como se candidato a presidente fosse, mesmo porque os dois candidatos nominalmente apoiados por ele, Gabriel e Azeredo eram e são tucanos.

O diretor do IBOPE, Montenegro, às vésperas da eleição, no sábado, em entrevista a vários jornais disse que engoliria todas as pesquisas que haviam sido feitas em Brasília se Cristovam perdesse para Roriz.

Cristovam perdeu e o Montenegro não engoliu pesquisa alguma. O IBOPE erra com freqüência, até quando pesquisa para valer. E isso é raro.

A pesquisa divulgada no sábado, três de julho, dá empate técnico entre os candidatos José Arruda Serra e Dilma Roussef, com ascensão para Arruda Serra e queda de um ponto para Dilma.

Fabricar pesquisas é a coisa mais fácil para qualquer quadrilha tipo IBOPE/GLOBOPE.

O resultado apurado foi completamente diverso do divulgado. Dilma alcançou 41% e José Arruda Serra 34%.

A divulgação de duas pesquisas imediatamente após a escolha de um DEM padrão, Índio da Costa faz parte da estratégia de Arruda Serra. IBOPE/GLOBOPE e DATA FOLHA trabalham pari e passo com a quadrilha tucana.

Tentar neutralizar o impacto das pesquisas divulgadas pelos institutos VOX POPULI e SENSUS, que dão vantagem de cinco e seis pontos a Dilma. Tentar impedir que a candidatura tucana atinja os últimos estertores depois de todas as trapalhadas para a escolha do vice e que resultou num candidato que desviou dinheiro da merenda escolar.

Ressuscitar Arruda Serra.

Trabalhar junto ao eleitorado a idéia que o candidato está vivo e disputando palmo a palmo com Dilma Roussef.

Mentira. E a mentira faz parte do modus operandi dessa gente.

Arruda Serra naufraga em estados considerados tucanos, como Minas Gerais. Começa a patinar no Sul do Brasil e perde em todos os estados nordestinos, no norte e na região Centro Oeste. Perde no Rio de Janeiro.

Montenegro não vai, certamente, prometer desfilar nu como Maradona, se estiver errado pela simples razão que não está preocupado com cumprir ou deixar de cumprir promessas desse porte, pura arrogância. Montenegro e seu instituto vão mentir até as vésperas da eleição na tentativa de eleger Arruda Serra, como mentir vai a GLOBO, vai a FOLHA DE SÃO PAULO e vai VEJA.

É da natureza dessa gente.

Tipo reunião em São Paulo para analisar o desastre que foi o processo de indicação do vice e o próprio vice indicado e a solução. Fabricar duas pesquisas, uma seguidinha da outra para tentar apagar o incêndio, ou o naufrágio.

A pesquisa do INSTITUTO VOX POPULI realizada na terça-feira, dia 29 de junho, mostrou Dilma com 40% contra 35% de Arruda Serra.

A pesquisa do IBOPE/GLOBOPE que mostra “empate técnico” foi realizada pelo instituto a pedido da ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE SÃO PAULO, presidida por Afif Domingos, candidato a vice-governador na chapa de Geraldo Alckmin. Quando foi conhecido o resultado (Dilma 41% e Arruda Serra 34%) a turma resolveu dar uma realinhada nos números, ajustar os parâmetros, digamos assim.

A divulgação dos números reais mostraria o que qualquer um sabe. A candidatura Arruda Serra não existe mais. Acabou. Ou como disse o ex-governador de Minas, Aécio Neves, ao tomar conhecimento que o deputado Índio da Costa seria o vice. “Meu Deus o Serra desorganiza tudo que está organizado”.

Daqui, onde praticamente começa a campanha eleitoral, o festival de mentiras via GLOBO, via FOLHA DE SÃO PAULO, via VEJA, via RBS, via a mídia podre e venal de meia dúzia de barões sem caráter, vai alcançar os patamares de todas as eleições, como fazem sempre.

Não se trata de emprestar caminhões para desovar cadáveres de vítimas da ditadura militar como a FOLHA fez, mas de falsear notícias, inventar fatos, pesquisas, caravanas da cidadania, dossiês montadinhos (A GLOBO é especialista nisso, toda eleição tem sempre um dossiê e por trás do dossiê uma grana)

A propósito, com a decisão do ministro Ayres Brito de negar liminarmente pedido de políticos enquadrados na lei da ficha limpa, fica comprovado que temos duas cortes supremas. A do Gilmar Mendes, STF DANTAS/ARRUDA SERRA INCORPORATION LTD e outra o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL.

Uma delas vai vencer, lógico, já que esses recursos terão que ser objeto de análise do tribunal pleno, ou seja, a totalidade dos onze ministros. Gilmar e Tófoli concederam liminares permitindo candidaturas de bandidos, Ayres Brito não.

As eleições de 2010, provavelmente, serão aquelas mais sujas da história do País.

É que os donos não querem de forma alguma perder a possibilidade de voltar a controlar o Brasil, transformá-lo em BRAZIL vendendo o que falta vender e embolsar milhões a guisa de propina, tudo sob o comando de José Arruda Serra.

Consciente ou não o jornalista José Simão, da FOLHA, chama Arruda Serra de vampiro. Com certeza. Suga o sangue dos brasileiros. Como qualquer tucano ou DEM, ou qualquer Roberto Freire da vida (o ex-honesto, conselheiro aspone a doze mil por mês).

O IBOPE/GLOBOPE mente. Distorce. Falseia. O DATA(da)FOLHA idem ibidem.