segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Editorial da Vila Vudu e redecastorphoto de 29 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Blogueiros com o Presidente
domingo, 15 de agosto de 2010
Presidente agradece participação de internautas na campanha
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva postou neste domingo (15 de agosto de 2010) vídeo de pouco mais de 1 minuto em apoio à candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, na página Dilma na web do YouTube. Lula mostra a participação do eleitor/internauta petista e pede a todos os participantes de redes sociais que continuem contribuindo para a campanha Dilma13 com o máximo possível de material de mídia.
“O importante é que estamos todos unidos para fazer o Brasil seguir mudando com Dilma. Esse é um momento histórico e vocês fazem parte dele, ajudando a democratizar cada vez mais a informação no nosso país, pois hoje cada internauta também é um formador de opinião” (Presidente Lula)
Lula finaliza sua mensagem pedindo empenho da militância aliada para eleger Dilma:
“Boa luta, companheiros, e vamos eleger a Dilma a primeira mulher presidente do Brasil”
O vídeo tem um total de 1 minuto em 23 segundos, dos quais um minuto e 12 segundos são ocupados pela fala do presidente. No tempo restante é tocada uma canção que diz, entre outras coisas, que “Lula está com ela [Dilma]”, mas que o eleitor “quer mais e melhor”.
Assista abaixo:
domingo, 11 de julho de 2010
Blogosfera progressista e independente merece ser considerada patrimônio imaterial da democracia!
Dias atrás, coloquei a frase-título acima no twitter e a difundi em outras redes sociais, mas sem explicar exatamente o que quero dizer com isso.

Hoje, a atuação da mídia independente, cuja maior força e origem está nos blogs, que, especialmente após 2005 e o aprofundamento da tentativa de golpe branco da grande mídia naquele ano, tornaram-se verdadeiros guardiões da democracia, ao clamar pela verdade e atuar inicialmente fiscalizando os erros da Imprensa, disseminando a "outra opinião" oculta pela grande mídia, para depois tornarem-se paulatinamente geradores de conteúdo também.
Hoje, a expressão da mídia independente e progressista já é consolidada e reconhecida por boa parte da sociedade. Muitas pessoas circulam nos seus e-mails reportagens e postagens surgidas na mídia independente, muitos nomes que atuam por aqui possuem credibilidade muito superior à mídia tradicional.
Porém, há ainda grande preconceito que pode ser notado especialmente no bloqueio de acesso na maioria das empresas: é possível se ler reportagens nos portais da grande mídia, mas não no seu blog preferido. Os RSS quebram um galho, permitem a você dar uma volta e acessar o twitter (caso seja liberado) faz você ficar minimamente inteirado, mas, enfim, os blogs são tratados como algo "nocivo" pelas empresas.
Esse hábito que milhares de pessoas Brasil afora, a maioria não sendo jornalistas, de criar conteúdo alternativo, criticar a grande mídia e fiscalizar não apenas a grande imprensa como várias outras funções, uma imensa variedade de expressões e opiniões, sobre todos os tema é, de fato, uma expressão cultural de grande valia para nossa sociedade. Precisa ser reconhecida como tal, e valorizada, incentivada.
A circulação de conhecimento e conteúdo que ocorre por milhares e milhares de pessoas que voluntariamente dedicam parte de seu tempo e capacidade intelectual para compartilhar informação, idéias e opiniões deve sim ter seu reconhecimento e espaço garantido.
Sobretudo, essa enxurrada de conteúdo que voluntariamente circula pela rede diariamente deve ter seu devido reconhecimento proposto ao Ministério da Cultura, inclusive na formulação de novas iniciativas (já ocorreram premiações para blogs tanto de iniciativa de dentro da internet e até um edital do próprio Ministério da Cultura, mas, acredito, que há um grande hiato no incentivo na participação de empresas na geração desse conteúdo) e na estruturação de boas iniciativas que já se consolidaram de maneira voluntária. O próprio Ministério da Cultura deveria disseminar incentivos para geração de conteúdo independente em multimídia, com a promoção de editais os mais variados, incentivando a participação de internautas e premiando as melhores e mais qualificadas idéias.
Ter o reconhecimento como patrimônio cultural e pilar da democracia no Brasil (e claro, da defesa da democracia mundo afora) significa que, além de deixar de ser tratado como um "gueto", gerará conteúdos com perfil cada vez mais profissionalizado e de credibilidade mais consolidada, além da própria profissionalização de geradores de conteúdo, e a entrada definitiva do apoio de empresas (não diretamente, o que pode gerar conflito de interesses, mas também através de prêmios de qualidade, injetando recursos para quem merece ter o esforço premiado e transformado em algo mais profissional e competitivo), através das leis de incentivo cultural existentes.
Acredito que no Encontro Nacional dos Blogueiros Progressistas, que ocorrerá de
Sub-rogado do Blog Opiniões do Sérgio Telles no domingo, 11 de julho de 2010
Comentário da Caia
"Patrimônio imaterial"... mas "imaterial", onde, cara pálida?! Blogs jornalísticos sempre será patrimônio MATERIAL dos jornalistas empresários proprietários dos blogs jornalísticos. O fato de uns e outros serem amigos-da-gente não muda isso.
Eu trabalho TOTALMENTE DE GRAÇA pra zilhões de blogs e nem nunca perguntei quanto dinheiro ganham com o meu trabalho. Dentre outros motivos porque eu não trabalho na internet: eu MILITO (de grátis) na internet. (E dô o mó duro no baralho pra podê vivê.)
Patrimônio imaterial da democracia JÁ SÃO, isso sim, as listas de discussão e os grupos de discussão e os blogs não jornalísticos, de pura manifestação pessoal, de cada um, pro mundo inteiro -- onde os jornalistas são minoria, porque jornalistas sempre preferem falar como jornalistas, porque a fala de jornalista sempre é posição DE (muito!) PODER. E de um poder que nada assegura que seja poder de democratização. Mil vezes, o poder do jornalista é poder de ativa DES-democratização.
"Prêmios"?! Vamos e venhamos, não vejo como alguém pode aspirar aos prêmios de “ética” distribuídos pelo Instituto Millenium.
Por outro lado, não vejo por que, diabos, o Instituto Millenium premiaria quem viva de esculhambar o Instituto Mellenium.
Por mais outro lado, não vejo como alguém ainda espere viver de prêmios de boa ética democrática a serem distribuídos por... quem?! Pelo Hamás? Pelo Hizbollah? Pelos Zapatistas de Chiapas? Pelos pobres da Palestina? Pelos meninos do RAP? Pelos pobres do mundo? Pelos emigrados sem teto? Por refugiados africanos escondidos em Roma?
E de onde, diabos, os pobres do mundo arranjariam dinheiro ("prêmio", aí, teria de ser em grana, né-não?!) pra premiar jornalistas aliados, comprometidos, com lado forte e claro, pelos pobres? Melhor farão, sempre, todos os pobres do mundo se, em vez de "premiarem" jornalistas e jornais, usarem a grana que tenham pra dar casa, comida, escola e saúde pros seus aliados pobres e sem voz, né-não?!
Vamos, isso sim, é tratar de nos manter longe de patrões e padrinhos, façavôr, antes de as coisas chegarem àquele velho ponto, sem volta, quando todo o caráter e toda a vergonha na cara “jornalística” desaparecem completamente... porque o patrão mandou ou porque o patrocinador mandou. E, depois, é só recolher a “solidariedade” de outros jornalistas igualmente degradados.
Já é assim no jornalismo-que-há. Por que, diabos, repetir esse modelo facinoroso, também na Internet?
A internet não tem patrão. Só faltaria, mesmo, inventarmos, nós mesmos, um patrão, em troca de salário e “prêmios” e carteira assinada.
Melhor tentar viver como garota de programa pobre feia e burra, ou como bandido-da-luz-vermelha, sem ceder um milímetro do direito de escrever o que bem se entenda.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Economista aos blogueiros: “Calem o bico, idiotas”

28/6/2010, Salon, Andrew Leonard – traduzido por Caia Fittipaldi
Considerando que economistas supergraduados devem ser pressupostos ligados e espertos, Karthik Athreya, especialista em macroeconomia e finanças do consumidor, e que habita os intestinos do Federal Reserve Bank em Richmond, sabia, é claro, que provocaria um terremoto, ao publicar artigo em que diz que toda a discussão de economia na blogosfera é irrelevante, inútil e idiota.
Lutei muito à procura da melhor metáfora para descrever o impacto que “Economia é Dureza” [ing. "Economics is Hard" ] teve na econoblogosfera. “Mexer em vespeiro” não espelha a magnitude da transgressão. Talvez uma declaração de guerra, de Brunei, à China? Ou Os Cavaleiros do Mal desafiando a horda mongol de Genghis Khan, para luta até o último homem? Uma coisa é certa: Karthik Athreya, ao descatar legiões de blogueiros como inúteis, garantiu lugar eterno (ou, no mínimo, por meia semana) na lista dos Infames.
O argumento básico de Athreya parece ser que só economistas pesquisadores profissionais podem ser autorizados a discutir economia, porque, bem, economia não é moleza, e ninguém, senão os economistas profissionais jamais entenderão ou avaliarão corretamente a complexidade da disciplina. “Quando um economista pesquisador profissional pensa ou fala sobre seguro social, desemprego, taxas, déficits de orçamento, dívida soberana, dentre outras coisas, quase sempre tem um modelo muito precisamente articulado, repetidamente testado para garantir sua coerência interna” – escreve o autor. O resto do mundo, não, ninguém tem nada disso.
Comparem-se, só por um momento, aqueles primores de raciocínio atento, argumentação clara, a abordagem gentil e transparente, sempre atentos, os economistas especialistas, ao que o ouvinte tenha a declarar, e a reprodução alucinada, sem sentido, sem ligar coisa a coisa, dos blogueiros autodidatas ou nada-didatas. A comparação é instrutiva.
A questão real é que há pouca probabilidade de as especulações e chutes dos não-treinados, sobre temas quase patologicamente carregados de “considerações dinâmicas” e “efeitos de retroalimentação”, apresentem algo de novo. O mais provável, sim, é que ofereçam contribuições incoerentes ou distorcidas.
(Se você aproximar o ouvido, aí, do seu monitor, ouvirá claramente o rugido de indignação de milhões de blogueiros. Não é ruído de alegria. De fato, parece mais o som que se ouve quando se atropela um ninho de cascavéis.)
Athreya observa, com certo desânimo, que não há onco-blogosfera – blogosfera na qual quadrilhas de idiotas sem qualquer treinamento deem palpites sobre câncer, o que é e como tratá-lo. (O que não é o mesmo que dizer que não haveria onco-jornalismo; há. Apenas que existe em número insignificante, se comparado ao número de pseudo-entendidos em economia, que se atrevem a usar em vão o nome de Keynes como se entendessem do que Deus tratou em “The General Theory of Employment, Interest and Money”.)
E Athreya pergunta, em tom lastimoso: “Alguém espera que os mais recentes avanços em biologia celular sejam imediatamente acessíveis a alunos de ginásio?”
E é exatamente aí que Athreya pisa, feio, na bola. A ciência da biologia celular não é monolítica, mas há razoável consenso sobre qual seja a verdade científica para a maioria dos cientistas que trabalham no campo. Claro que há muito por descobrir, e há teorias concorrentes que trabalham nas fronteiras da pesquisa, mas, mesmo não sendo professor supergraduado em biologia celular, posso dizer, com satisfatória segurança, que a maioria dos biólogos da biologia celular concordam quanto aos conceitos fundamentais.
Não se pode dizer o mesmo da economia. Os economistas Prêmio Nobel discordam praticamente sobre tudo, a saber: qual o papel correto das políticas fiscal e monetária em tempos de recessão? Salário mínimo ou imigração ilegal prejudicam ou estimulam o emprego? Os economistas discordam dos economistas. Que impacto tem a regulação, sobre a economia? Cada economista dirá uma coisa.
Sim, a economia é dureza – tão dureza, que economistas os mais impressionantemente laureados dão aos leigos a impressão de não saberem, absolutamente, porcaria alguma sobre o que acontece no mundo.
Nada disso seria problema grave, não fosse pelo pequeno, ínfimo detalhe, de que todos esperamos que os governos construam políticas econômicas.
Ninguém espera que deputados e senadores curem doentes de câncer, mas, sim, esperamos que façam todo o possível para não aprofundar a Depressão, para não provocar corridas aos bancos, para não estimular devastadoras guerras comerciais.
O problema é, sim, gravíssimo, porque, não bastasse os economistas discordarem entre eles, profundamente, sobre como suas pesquisas devem converter-se em políticas, a maior parte dos economistas é horrendamente incapaz de comunicar suas pesquisas em língua que os políticos compreendam.
É onde entramos nós, os autodidatas não graduados, tentando entender o que dizem os economistas para traduzi-lo em palavras que possam influenciar as decisões políticas, de modo prático-objetivo, na vida real.
O nosso trabalho é impressionantemente complexo, imenso. Mas isso não implica que se deva fugir dele – sobretudo agora que temos a internet.
A parte mais estúpida do ensaio de Athreya é o título: “Economia é Dureza”, que automaticamente traz à lembrança as bonecas Barbie Falantes: “Aula de matemática é dureza”. (Desgraçadamente, a Wikipedia ensina que nenhuma boneca Barbie jamais disse “Aula de matemática é dureza”, e acusa-me de idiotice terminal, porque acredito em tudo que leio na Wikipedia. Mas sou especialista
Serei o primeiro a reconhecer que desabei, de cara no chão, quando cheguei à parte da teoria econômica dos meus estudos matemáticos. Mas isso não implica que eu não continue tentando entender. Entender, nesse contexto, significa aprender em quem confiar na cacofonia do debate econoblogosférico. Quais as articulações do problema aproximam-se mais da realidade e soam em melhor harmonia com a história? Quem se mostra mais competente no trabalho de colher os dados do dia e articulá-los numa narrativa que faça sentido? E quem é obviamente o cínico, o idiota ideológico perfeito, o mais fascista convicto sincero?
Não me canso de maravilhar-me ante o poder que tem a Internet, para me por em contato, em pleno coração das discussões, entre economistas treinados e um vasto universo de intérpretes e filtros. Uma vez escrevi que a econoblogosfera seria um seminário sempre em andamento, de nível colegial, sobre economia, aberto a todos. Continuo a pensar do mesmo modo. Claro. Democratizar a informação implica que, sim, há muita besteira também na Internet, como na economia dos Prêmios Nobel. A lei de Sturgeon (“90% de qualquer coisa é sempre lixo”) aplica-se, sem dúvida, também às discussões de Internet sobre economia.
Mas... Leia com atenção, faça a lição de casa, e você descobrirá que pode aprender muito sobre os temas das discussões do dia, mais, hoje, do que jamais antes. O mais leve tende a flutuar e sobe à superfície e aparece. Temo que não seja esse o destino de “Economia é Dureza”.
A postagem original, em inglês, pode ser lida em: Economist to bloggers: Shut up, fools
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Por que o PIG acusa a blogosfera sem citar nomes?

Li hoje na Folha de São Paulo um texto que me foi a gota d’água. O colunista Fernando de Barros e Silva se soma a blogueiros como Ricardo Noblat, Reinaldo Azevedo e alguns outros colunistas de Globos, Folhas, Vejas e Estadões para lançar suspeita sobre toda a blogosfera progressista, que empresta apoio condicional ao governo Lula e à sua candidata a presidente.
Vale explicar que Barros e Silva aludiu a “blogueiros de aluguel” ligados a Dilma Rousseff e que estão apoiando Dunga só porque ele brigou com a imprensa.
Descartando-se o fato de que esses escribas empregados nos órgãos de imprensa supra mencionados refletem a importância que a blogosfera vem adquirindo ao atacarem dessa forma genérica, sem citar nomes, o fato é que levantam suspeita sobre todo e qualquer blogueiro que se enquadre no perfil que traçam.
Reinaldo Azevedo, blogueiro da Veja, aquele que costuma aparecer em fotos abraçado com José Serra, dividiu os “blogueiros de aluguel” entre aqueles que já teriam financiamento petista e aqueles que estariam “na fila” para conseguir dinheiro de políticos e de governos ligados ao PT.
Esse ataque acontece simplesmente porque a blogosfera já se tornou um obstáculo real à dissimulação do engajamento político partidário claro dos jornais, revistas, tevês e portais de internet que apóiam Serra. É aquela velha história de que ninguém chuta cachorro morto. Se atacam, é por que o discurso da blogosfera já se faz ouvir além do que consideram insignificante.
Para combater um ente que já o preocupa, o Partido da Imprensa Golpista tratou de publicar insinuações contra jornalistas como Luiz Carlos Azenha ou Luis Nassif na Folha, no Globo e em outros tentáculos do PIG. Faz tempo que publicou. Foram publicações isoladas simplesmente para dar ares de consistência às acusações de Azevedo, Noblat, Barros e Silva et caterva. Acusaram e depois nunca mais tocaram no assunto.
Só que os escribas do PIG, à diferença deste blogueiro, não citam nomes. Acusam da forma mais covarde e canalha que se possa conceber: genericamente. Por que? Porque não têm provas de nada, ora. Os blogueiros progressistas supra mencionados têm contratos legítimos ou com a EBC ou com quem presta serviços a ela. Nada acharam de irregular nesses contratos, do contrário já teriam denunciado.
Como não têm o que dizer, fizeram insinuações contra eles e depois passaram a atacá-los sem lhes citar os nomes. E, inclusive, incluindo blogueiros que estariam “na fila”, ou seja, aqueles que, como eu, não têm contrato com ninguém, até porque não vivo de blogar nem de jornalismo e nem pretendo viver, pois não vou abandonar uma carreira de 30 anos no meu ramo de atividade por uma aventura como um jornalista que não sou.
Aliás, já me investigaram a vida. No blog antigo, chegaram a postar comentário com dados pessoais meus, provavelmente pensando que iriam me intimidar. Mas nada acharam que me vinculasse ao PT, ao governo ou a dinheiro público simplesmente porque sou apenas um cidadão que faz o que acha correto.
Então, dizem que blogueiros que não vêem a cor de dinheiro público estariam “na fila” da mesma forma que põem sob suspeita blogueiros que possam ter algum contrato que resulte em dinheiro oriundo dos cofres públicos, mesmo sendo por meios e formas completamente legais e inquestionáveis.
É uma tática nazista da mídia tucana. Tenta impedir a sobrevivência econômica de jornalistas tarimbados e com currículos densos no ofício que abraçaram. É uma atitude vil de tentar impedir opositores de sobreviverem e também de caluniar pessoas que nem mesmo precisam de jornalismo para sobreviver, como é o meu caso.
Repetem e repetem e repetem a acusação covarde e genérica sobre “blogueiros de aluguel” para tentar carimbar aqueles que se opõem aos serviços políticos que Globos, Folhas, Vejas e Estadões prestam a Serra e ao PSDB.
Quem for honesto consigo mesmo não pode comprar acusações genéricas, sem citar nomes, feitas por quem, não tendo do que acusar aqueles aos quais se opõem, usam essa tática que, repito, é nazista, inspirada na tática do ministro da propaganda de Hitler, Joseph Goebbels, de repetir mentiras incessantemente na intenção de que passem a ser aceitas como verdades.
descolado do Blog da Cidadania

