Mostrando postagens com marcador Paul Joseph Watson. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Paul Joseph Watson. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Obama ignora Congresso e lança ataque ilegal contra a Síria

23/9/2014, [*] PAUL JOSEPH WATSONInfowars
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Obama pode ser punido com impeachment
O presidente Barack Obama violou flagrantemente, mais uma vez, a Constituição dos EUA e lançou ataques aéreos contra território sírio, sem qualquer amparo legal e sem qualquer tipo de legitimação pelo Congresso.

Em movimento que ameaça pôr fogo em toda a região, Washington disparou uma onda de ataques com mísseis cruzadores Tomahawk contra alvos do ISIS/ISIL, na noite de ontem. Os primeiros relatos falam de oito civis mortos, inclusive três crianças, no bombardeio contra a cidade de Raqqa.

Apesar de o governo ter hoje amplo apoio para sua campanha militar contra o ISIS/ISIL – quase dois terços dos cidadãos norte-americanos defendem ataques aéreos contra o território sírio, há muita desconfiança de que, na sequência, Washington passará a atirar contra o regime do presidente Assad, que os EUA tentam derrubar, sem sucesso, já há mais de dois anos.

Seja qual for a necessidade ou alguma justificativa para a campanha contra o ISIS/ISIL, a decisão de Obama, de ignorar, mais uma vez o Congresso, como fez antes, quando ordenou o desastrado ataque à Líbia, reforça o precedente de a Casa Branca ordenar ataques militares sem absolutamente nenhum – absolutamente nenhum – fundamento legal.

Locais bombardeados pelos EUA no Iraque e na Síria
Pouco depois de aparecerem os primeiros relatos dos ataques aéreos dos EUA contra a Síria, o Congressista Justin Amash também resumiu o sentimento de vários deputados, que lastimavam que o Congresso não se tivesse empenhado em qualquer tipo de discussão sobre o novo conflito.

Apesar de o Congresso ter recentemente aprovado um plano para armar os chamados rebeldes sírios “moderados” (muitos dos quais já se compuseram com o ISIS/ISIL ou venderam as próprias armas àqueles terroristas), os deputados não deram luz verde para que o presidente lançasse qualquer tipo de ataque aéreo.

O Congresso jamais autorizou qualquer nova guerra escreveu Lynn Sweet. – A cadeia de eventos que começou pelos ataques da 2ª-feira (22/9/2014) na Síria pode diluir a pressão por outra votação de autorização. Não importa o que venha a acontecer, o Congresso pode hesitar no movimento de negar a Obama autorização para guerra... quando, de fato, os EUA estão outra vez em guerra.

8 civis sendo 3 crianças, os mortos pelos bombardeios em Raqqa, Síria
O presidente Obama diz que tem instrumentos legais para atacar o ISIS/ISIL, baseado na mesma Autorização para Uso de Força Militar, AUFM [orig. Authorization to Use Military Force (AUMF)] de 2001 que precedeu a GGaT (Guerra Global ao Terror). Porém, como observa W. James Antle, aquela lei só cobre

(...) nações, organizações ou pessoas” que “planejaram, autorizaram, cometeram ou ajudaram os atos terroristas que aconteceram dia 11/9/2001, ou que abrigaram aquelas organizações ou pessoas.

O argumento do presidente é implausível, porque a AUFM de 2001 exige nexo com a al-Qaeda ou forças associadas à al-Qaeda contra as quais os EUA estejam em luta – disse Robert Chesney, professor da Faculdade de Direito da Universidade do Texas, falando a The Daily Beast. Dado que o ISIS/ISIL rompeu com a al-Qaeda, o argumento do presidente é imprestável.

Antes de atacar a Líbia, Obama dedicou-se empenhadamente em esvaziar o poder do Congresso, insistindo em que sua própria autoridade viria do Conselho de Segurança da ONU, e que a aprovação pelo Congresso não seria necessária.

Nem preciso entrar na questão Constitucional, vangloriou-se o presidente.

Desta vez, Obama sequer se deu o trabalho de buscar algum carimbo da ONU, nem discutiu se o Congresso teria ou não direito de se manifestar sobre se os EUA poderiam comprometer-se em mais uma campanha militar que pode, muito facilmente, converter-se em conflito generalizado, dado que o presidente Assad disse que qualquer ação militar dos EUA dentro do território da Síria seria tratado como ato de guerra.

Como Obama vê o Congresso dos EUA
Segundo o Congressista Walter Jones, uma vez que Obama não obteve aprovação no Congresso para o ataque contra a Líbia em 2011,

(...) seu ato constitui crime de primeiro grau seguido de infração gravíssima nos termos do artigo II, seção 4 da Constituição dos EUA.

Agora, pela segunda vez, ao atropelar o Congresso, Obama outra vez viola a Constituição dos EUA e pela segunda vez comete crime para o qual a pena prevista é o impeachment.
_________________

[*] Paul Joseph Watson é Editor dos blogs Infowars.com e Prison Planet.com, além de publicar seus artigos em vários outros blogs e portais como The Truth Seeker.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

“Crise Extraordinária” é necessária para preservar a “Nova Ordem Mundial”

17/1/2014, [*] Paul Joseph Watson, Alex Jones’ Infowars.com
Traduzido pelo pessoal do IrãNews

Harlan K. Ullman, autor da doutrina “Choque e Pavor” diz que a elite está ameaçada por atores não-estatais, como Edward Snowden Foto: Atlantic
Escrevendo para o Conselho do Atlântico, um insider de destaque sediado em Washington DC, Harlan K. Ullman, adverte que uma “crise extraordinária” é necessária para preservar a “Nova Ordem Mundial”, que está sob ameaça de ser descarrilado por atores não-estatais, como Edward Snowden.

O Conselho do Atlântico é considerado uma organização altamente influente com laços estreitos com os principais decisores políticos em todo o mundo. É liderado pelo general Brent Scowcroft, ex-Conselheiro de Segurança Nacional sob Presidentes dos EUA, Gerald Ford e George HW Bush. Snowcroft também aconselha o presidente Barack Obama.

Harlan K. Ullman
Harlan K. Ullman foi o principal autor da doutrina “choque e pavor” e é agora presidente do Grupo Killowen que assessora os líderes do governo.

Em um artigo intitulado “Guerra ao Terror não é a Única Ameaça” (orig. War on Terror Is not the Only Threat), Ullman afirma que, “mudanças tectônicas estão reformulando o sistema de geo-estratégica internacional”, argumentando que não são as superpotências militares, como a China, mas "atores não estatais", como Edward Snowden, Bradley Manning e hackers anônimos que representam a maior ameaça para os “365 anos de idade do sistema de Westfália”, porque eles estão incentivando as pessoas a se tornarem auto-capacitadas e com desejo de eviscerar o controle do Estado.

“Muito poucos tomaram nota e menos ainda tem sido feito sobre essa realização”, diz Ullman, lamentando que “revolução da informação e comunicações globais instantâneas” estão frustrando a “nova ordem mundial" anunciada pelo presidente dos EUA, George HW Bush mais de duas décadas atrás.

Brent Scowcroft
“Sem uma crise extraordinária, é pouco provável que seja feito algo para reverter ou limitar, os danos impostos pelo questionamento sobre se governo falhou ou não, escreve Ullman, o que implica que apenas um outro cataclismo como 9/11 permitirá ao estado, re-afirmar o seu domínio enquanto “contém, reduz e elimina os perigos representados por atores não-estatais recém-capacitados”.

Ullman conclui que a eliminação de agentes não estatais e indivíduos capacitados “deve ser feito”, a fim de preservar a nova ordem mundial. Um resumo de seu material sugere que a definição do Conselho do Atlântico de uma “nova ordem mundial” é uma tecnocracia mundial gerida por uma fusão de grande governo e um grande negócio em que a individualidade é substituída por uma singularidade trans-humanista.

A retórica de Ullman soa um tanto semelhante ao defendido pelo participante da Comissão Trilateral e co-fundador e participante regular do grupo Bilderberg, Zbigniew Brzezinski, que em 2010 disse em uma reunião do Conselho de Relações Exteriores que um “despertar político global”, em combinação com a luta interna entre a elite, estava ameaçando descarrilar a transição para um governo mundial.

A chamada implícita de Ullman para uma “Crise Extraordinária” necessária em revigorar o suporte para o poder do Estado grande de governo, tem tons misteriosos do Projeto para um novo século americano de 1997 (orig. Project For a New American Century’s), onde lamentam que “na ausência de algum evento catastrófico catalisador - como um novo Pearl Harbor”, uma expansão do militarismo dos EUA teria sido impossível.

Patrick Clawson
Em 2012, Patrick Clawson, membro da influente insider do pró-Israel Institute for Near East Policy (WINEP), também sugeriu que os Estados Unidos devem lançar uma provocação encenada para começar uma guerra com o Irã.

A preocupação de Ullman sobre as instituições do Estado de que tenham falhado e vêem a sua influência erodida por pessoas capacitadas, principalmente através da Internet, é mais um sinal de que a elite está em pânico sobre o “despertar político global” que expressou-se, mais recentemente, através das ações de pessoas como Edward Snowden, Julian Assange e Bradley Manning além de sua crescente legião de apoiadores.
_________________

[*] Paul Joseph Watson é o editor e articulista de Infowars.com e Prison Planet.com. É autor de Order Out Of Chãos e também é host de Infowars Nightly News.
Siga Paul Joseph Watson: https://twitter.com/PrisonPlanet

segunda-feira, 16 de maio de 2011

“Bin Laden morreu em 2001. O 11/9 foi serviço interno”

4/5/2011, Paul Joseph Watson, “False Flag Attack Theory”, Prisonplanet 

 
L. A. Moniz Bandeira
From: Moniz Bandeira
Subject: False Flag Attack Theory
Received: Monday, 16 May, 2011, 7:55 AM

“Confirma tudo o que revelei em meu livro Formação do Império Americano. Abs., Moniz.”

______________________________________

O Dr. Steve R. Pieczenik [1] não pode ser acusado de servir a alguma “teoria conspiratória”. Foi assistente do Secretário de Estado de três presidentes (Nixon, Ford e Carter), trabalhou para os governos de Reagan e Bush pai, e ainda é consultor do Departamento de Defesa. Ex-capitão da Marinha dos EUA, Pieczenik recebeu duas vezes o prestigioso prêmio Harry C. Solomon da Escola de Medicina de Harvard, ao tempo em que completava seu doutoramento no MIT.

Recrutado por Lawrence Eagleburger para trabalhar como assistente do secretário de Estado para Assuntos de Administração, Pieczenik desenvolveu “os princípios básicos da guerra psicológica e do contraterrorismo, além de estratégicas e táticas para negociações transculturais para o Departamento de Estado, comunidades militares e de inteligência e outras agências do governo dos EUA”, ao mesmo tempo em que desenvolvia os primeiros fundamentos teóricos das estratégias para resgatar reféns, que  são hoje itens de manuais usados em todo o mundo.

Pieczenik foi técnico sênior de planejamento de políticas públicas de Henry Kissinger, Cyrus Vance, George Schultz e James Baker e trabalhou na campanha eleitoral de George W. Bush contra Al Gore. É conhecido por ser dos nomes mais profundamente conectados com os círculos de inteligência nos EUA há mais de três décadas. (O agente Jack Ryan, personagem de vários romances de Tom Clancy, representado por Harrison Ford no filme “Jogos Patrióticos”, de 1992, foi inspirado na vida de Steve Pieczenik.)

Em abril de 2002, há mais de nove anos, Pieczenik disse, em entrevista ao programa Alex Jones Show
[2] que Bin Laden “morreu há vários meses” e que o governo esperava ocasião mais politicamente importante para apresentar o cadáver. O depoimento de Pieczenik foi considerado verdadeiro, porque conhecia bin Laden pessoalmente, desde quando trabalhou em íntima associação com ele, na guerra contra os soviéticos no Afeganistão, no início dos anos 1980, quando bin Laden era aliado dos EUA.

Pieczenik disse, naquela ocasião, que Osama Bin Laden morrera em 2001, “Não por ação de forças especiais, mas de uma doença chamada Síndrome de Marfan, como sabem todos os médicos da CIA que trataram dele e todo o setor de inteligência que sempre soube de tudo isso”. Disse também que o governo dos EUA já sabia que bin Laden estava morto, desde bem antes de o país invadir o Afeganistão. A Síndrome de Marfan é doença genética degenerativa incurável, que encurta consideravelmente a expectativa de vida dos doentes.

“Morreu da Síndrome de Marfan. Bush Filho sabia disso, toda a comunidade de inteligência sempre soube”, disse Pieczenik, que lembrou também que vários médicos da CIA visitaram Bin Laden em julho de 2001 no Hospital Americano em Dubai.

“A Síndrome estava evoluindo e ele estava morrendo. Evidentemente ninguém o matou,” acrescentou Pieczenik. Disse também que Bin Laden morreu pouco depois do 11/9, no complexo onde vivia em Tora Bora.

“Se a pergunta é se a comunidade de inteligência e os médicos da CIA sabiam de tudo isso, a resposta é sim, categoricamente sim” disse Pieczenik, ao comentar as notícias de que bin Laden teria sido morto no Paquistão. “Aquela cena em que se veem várias pessoas olhando para uma tela de televisão, como se estivessem assistindo a cenas impressionantes, é completa loucura” – disse ele, sobre as imagens divulgadas pela Casa Branca, nas quais Biden, Obama e Hillary Clinton estariam assistindo ao assassinato de Bin Laden ao vivo, pela televisão.

“É total encenação, tudo encenado, vivemos hoje o teatro norte-americano do absurdo. Por que fazer tudo isso outra vez, nove anos depois de o homem ter morrido... Por que o governo dos EUA insiste sempre em mentir aos norte-americanos?”, pergunta Pieczenik.

“Osama Bin Laden está completamente morto há anos. Não há como acreditar que alguém atacou uma casa, que encontraram resistência e que, na troca de tiros, Osama Bin laden foi morto”. E concluiu, com ironia: “Só se as forças especiais atacaram um necrotério.”

Para Pieczenik, decidiu-se que agora seria boa hora para divulgar a morte de bin Laden, porque Obama alcançara o ponto mais baixo nas pesquisas de popularidade, continuava a cair e logo alcançaria um ponto tão baixo, que seria praticamente impossível recuperar-se.

“As coisas chegaram a tal ponto que Obama teve de provar que é mais do que apenas cidadão norte-americano. Os especialistas em Relações Públicas que já trabalham na campanha eleitoral devem ter decidido que, para recuperar popularidade, Obama, além de provar que é americano, teria de provar também que é agressivo”, diz Pieczenik. “E a farsa foi também um modo de isolar o Paquistão, como retaliação por o governo não estar reprimindo a oposição crescente no país contra o programa dos assassinatos seletivos, com os aviões-robôs pilotados à distância, os drones norte-americanos, que têm matado centenas de civis paquistaneses.
[3]
“Foi tudo planejado, quero dizer, tudo foi encenado. O que se viu foi gente reunida olhando para uma tela em que não se sabe o que estava sendo mostrado, no centro de operações da Casa Branca; e, depois, o presidente, falando como zumbi, para dizer que acabavam de matar alguém que já está morto há nove anos”. Para Pieczenik, “jamais ouvi falar de mais absoluta falsificação. Tudo é absurdo.”

“O modo como o governo dos EUA está apresentando aos cidadãos o assassinato de bin Laden é uma piada doentia”. E Pieczenik continua: “Querem tão desesperadamente viabilizar o segundo mandato de Obama, precisam tanto torná-lo impermeável aos ataques que virão durante a campanha, que armaram essa encenação, para apresentar Obama como ‘firme e assertivo’, como líder capaz de tomar decisões, como ‘presidente de guerra’ e para, de fato, enganar os EUA mais uma vez.”

O que Pieczenik diz sobre Bin Laden estar morto há muitos anos começa a ser confirmado por vários agentes dos setores de inteligência e por autoridades em todo o planeta
[4].

Para Pieczenik, Bin Laden “foi usado, exatamente como usaram o 11/9 para mobilizar as emoções e sentimentos dos norte-americanos, para que aceitassem ir a uma guerra que o país só aceitaria se fosse completamente envolvido na narrativa que Bush Filho e Dick Cheney criaram sobre o mundo do terrorismo.”

Ontem, na entrevista ao programa Alex Jones Show, Pieczenik disse que ouviu diretamente de um importante general que o 11/9 foi “serviço interno”. Disse também que, se for ouvido em tribunal legal, revelará o nome desse general. “Mas há outros envolvidos naquela ação e esses são do conhecimento de todos: além de Dick Cheney, Paul Wolfowitz, Stephen Hadley, Elliott Abrams e Condoleezza Rice estão todos diretamente envolvidos”.

“Foi um plano, um plano construído e executado aqui, para mobilizar o povo norte-americano. Ouvi isso, exatamente, de um general da equipe de Wolfowitz. Se for convocado por uma comissão federal de inquérito, revelarei esse nome, que é a chave para investigar toda a ação”. E continuou: “No Colégio Nacional de Guerra, eu ensinei a planejar e executar ações secretas, com vistas a alterar tendências de opinião pública. Ensinei a fazer, durante anos. Sei, portanto, o que foi feito e como foi feito. Depois fiquei sabendo também quem fez.”

Pieczenik repetiu que revelará o nome do general que lhe disse que o 11/9 foi serviço interno, em tribunal federal. “É o único modo legal admissível, para provar que o 11/9 foi serviço interno. A Comissão que deveria ter investigado o 11/9 nada investigou. Mais um absurdo.”

Pieczenik disse ainda que não é de esquerda, nem liberal, nem conservador nem simpatizante do Tea Party. Que é apenas um cidadão norte-americano profundamente preocupado com a direção em que os EUA estão andando.



Notas de tradução